
socorros, cinta para reboque e mortália (lençol branco).
Para não correr riscos e seguir à risca a legislação argentina, achamos melhor substituir a cinta de reboque por um cambão metálico.
Por ser retrátil, o cambão da marca AVM (empresa especializada em acessórios para veículos 4x4) acomoda-se bem no porta-malas de um carro como o Del Rey.
Fazendo um reaperto geral e verificando o estado dos componentes da suspensão, freio, etc.
Como de praxe todo o sistema de ignição e carburação foram revisados.
Óleo e todos os filtros também serão substituídos, já que a quilometragem total da viagem deve se aproximar de 7.000Kms.


Ainda é cedo para afirmar, mas até aqui o Del Rey comportou-se muito bem.
Dia 2 – Saímos cedo de São Mateus do Sul a caminho de Santo Ângelo na região das Missões no estado do RGS onde vamos passar a noite.
Atravessando o estado de Santa Catarina, enfrentamos a terrível BR153. A estrada está uma verdadeira vergonha. Seus buracos castigaram sem dó a suspensão e pneus do Del Rey, que apesar de tudo parece ter chegado em forma à cidade gaúcha. Esperamos que não tenha comprometido nada, afinal estamos no início da viagem.
BR 153. O PIOR FOI VER AS PROPAGANDAS DO GOVERNO FEDERAL PELA ESTRADA
Acabamos de tomar um lanche em uma padaria e experimentamos o pior suco de laranja de nossas vidas. Como temos o costume de transformar coisas ruins em boas, o suco virou piada e mereceu até uma foto.
ETA SUQUINHO RUIM. DEVIA TER PEDIDO COCA COLA.
Dia 3 – Devido à mudança de nosso roteiro em função do alto custo da travessia de Monte
vidéu para Buenos Aires (mais de US$2.000), a travessia da fronteira com a Argentina será feita pela cidade de Uruguaiana que totalizou até agora 1.500Km de viagem e que o Del Rey percorreu sem nenhum problema. Nem os buracos da BR153 parecem ter abalado seu ânimo.Chegamos na hora do almoço em Uruguaiana e logo localizamos um bom hotel. Apesar de ainda ser cedo, preferimos deixar para atravessar a fronteira sobre o rio Uruguai na manhã do dia seguinte. Só não contávamos com um pequeno detalhe..............
Dia 3 e 4 - Pelo fato do Rapha ser menor de idade, precisa de uma autorização por escrito do pai (tudo bem eu estava lá) e da mãe (fu....).
Meia volta para o Brasil e precisaremos aguardar até segunda-feira com uma autorização via FAX com firma reconhecida em cartório de minha esposa em mãos até que o Foro de Uruguaiana abra para só então dar início ao processo de autorização expedido por um juiz de menores.
RAPHA EM FRENTE AO FORO DE URUGUAIANA - SÓ PODEREMOS ATRAVESSAR NA SEGUNDA-FEIRA

Dia 5 – Com a autorização assinada pelo juiz de Uruguaiana em mãos fomos direto para a aduana que ainda exigiu um carimbo da P
olicia Federal Brasileira (que estava lá) e só então o Rapha teve autorização para entrar na Argentina.
Sempre mantendo a média diária de 500Kms o destino para o dia previa a cidade de Santa Fé, portanto teríamos que atravessar quase toda a província de Entre Rios, onde já haviam nos alertado sobre a má fama da Polícia Caminera.
Felizmente não confirmamos esta má fama, já que nos pararam apenas uma vez para checar a documentação e nos liberaram com um cordial pedido de desculpas pelo atraso de nossa viagem.
Para a navegação nas rutas argentinas levamos um guia Mercosul, um roteiro impresso do ótimo site www.ruta0.com.ar e um GPS que não está servindo para nada, apesar da garantia do fabricante de funcionamento em solo argentino.
NAVEGANDO NO VELHO MÉTODO (SEM GPS)

O Del Rey foi abastecido com a Nafta Super (sem adição de chumbo ou álcool) sempre em postos de bandeira reconhecida, para não correr riscos desnecessários e tem registrado boas médias sempre acima de 14Km/l e chegou muito bem na cidade de Santa Fé. No meio do trânsito da grande cidade teve até seu parabrisas lavado por um garoto que fez a maior festa por reconhecer a placa brasileira, agora ele descansa na garagem do hotel.
UM DEL REY PELAS RUAS DE SANTA FÉ

Dia 6 – Hoje cumprimos dois terços e aproximadamente 1.000 Kms do trajeto argentino. As Rutas Argentinas são em sua maioria grandes retas. Um prato ch eio para um carro confortável como o Del Rey.
RUTAS AGENTINAS - RETAS, RETAS, RETAS...........................
Chegamos à cidade de Rio Cuarto, muito mais bonita que imaginávamos. Próximo ao nosso hotel existe um rio muito bonito, onde é possível chegar bem perto com o carro.
O funcionamento do Del Rey está perfeito, até parece que foi feito para viajar no frio...... e que frio. Pela manhã temos enfrentado 0ºC freqüentemente. A origem Renault de seu projeto deve estar relacionada à este bom funcionamento e parece que também acertamos na conversão do álcool para gasolina. Uma decisão acertada foi a instalação do revestimento térmico sob o carpete.
Ele tem mantido o interior do Del Rey bem quentinho. Uma boa parte dos carros argentinos que vemos nas estradas, colocam papelão na grade para o frio não entrar.
Se tudo der certo, amanhã deveremos percorrer os últimos 480Km que nos separam de Mendoza.
Dia 7 – UM PARABRISAS CONGELADO
Os primeiros quilômetros do último trecho até Mendoza foram enfrentados com um verdadeiro frio andino.
Ao passar por um desvio de rípio (como chamam cascalho por aqui) o parabrisas do Del Rey ficou empoeirado, portanto resolvi acionar o esguichador. Resultado: O parabrisas ficou totalmente congelado e perigosamente sem nenhuma visibilidade, o que nos fez errar a entrada da Ruta 7 que nos leva até Mendoza. Depois de lavado por mim mesmo em um posto de gasolina (os frentistas daqui só abastecem os carros) tomamos o caminho correto e tivemos o dia ganho pela visão da majestosa Cordilheira dos Andes. É possível avistá-la a mais de 40Km de Mendoza!!!!!! Enfim estamos “Aos Pés da Cordilheria” e a emoção foi muito grande. Valeu cada metro e cada dificuldade que tivemos até aqui.......É bonita pra cara.........PQP, como é bonita!!!!!!!!!!!!

Dia 8 – Hoje não é dia só de ver a Cordilheria, nós vamos estar no meio dela. Apesar de bem visível de Mendoza, rodamos mais de 80Km para poder chegar até a colossal cadeia de montanhas. Estamos exatamente na cena em que estavam o Del Rey e a Pampa que a revista Quatro Rodas utilizou na reportagem “O Roteiro das Américas” de 1982.

Por mais 60Km continuamos em sua travessia até chegar à cidade de Uspallata, cenário do filme “Sete Anos no Tibet” de Bradd Pitt.


Após uma boa caminhada pela pequena aldeia, nos fartarmos de uma “parrillada” e seguimos para o Parque Provincial Aconcágua”.

A montanha conhecida como “O Teto das Américas” com seus 6.962 metros só perde para as asiáticas. Para chegar até o parque o Del Rey sentiu bastante o efeito do ar rarefeito (ou teria ficado atordoado com o que estava vendo????), o que o fez perder bastante potência, mas que chegou..........chegou. A sensação térmica no Parque Provincial Aconcágua era de -18ºC, o que nos fez mudar nossa referência de temperaturas frias.


Colocar o Del Rey no meio do gelo foi algo muito especial, principalmente tendo os Andes como plano de fundo. Na hora de voltar fomos parados pela Gendarmeria (Polícia de fronteira) por estar muito próximo da fronteira com o Chile e o estoque de peças de reposição que levávamos foi questionado, mas em alguns minutos nos liberaram sem problemas.

DIA 9 – Depois de todo o deslumbre do dia anterior, decidimos passar um dia só relaxando em Mendoza e dar um descanso para Del Rey que passou o dia no estacionamento que aqui é chamado de cochera.
FORD TAUNUS, UMA DAS BASES DO PROJETO DO DEL REY

Compramos umas garrafinhas dos ótimos vinhos Malbec, especialidade da região e quando fomos guardar no porta-malas do Del Rey observamos que a tampa de abastecimento estava completamente solta. Das duas uma, ou o frentista argentino (que saudade dos brasileiros) deixou-a aberta ou roubaram nosso combustível na noite anterior. A resposta virá amanhã no abastecimento.
RUAS DE MENDOZA

DIA 10 – VOLTAR PARA CASA
Após o abastecimento, a média de 13,8Km/l deixou claro que o frentista não fechou o tanque corretamente (e pensar que subimos e descemos a Cordilhera assim). Como perdi definitivamente a confiança nos frentistas, passarei a checar o fechamento da tampa nos próximos abastecimentos.
Tomamos a Ruta 7 sentido Buenos Aires e fomos vendo a Cordilheira desaparecer no retrovisor do Del Rey, o que durou quase 100Km.

O destino do dia foi Rio Cuarto e hoje enfrentei o maior perigo de toda a viagem, um sanduíche de posto de gasolina que não me deixou esquecer dele o dia todo. Nossa hospedagem foi no mesmo hotel da ida.
DIA 11 – Sem muitas novidades, fizemos o percurso Rio Cuarto / Santo Tomé e na hora do jantar conhecemos uma família de gaúchos a caminho de Bariloche.
DIA 12 – Acordamos meio tarde com o Rapha meio “mareado”, acreditamos que por culpa do molho do fettuccine do jantar.Mesmo assim estávamos muito animados, já que hoje é dia de atravessar a fronteira de volta para o Brasil. Abastecemos o Del Rey e mais uma vez o frentista argentino deixou o tanque aberto (desta vez não me pegaram).
Pela segunda vez fomos parados pela polícia “caminera” que só verificou nossa documentação e nos desejou boa viagem e pouco depois das 15:00h já estávamos na fronteira de Passo de los Libres / Uruguaiana. Também não tivemos nenhum problema com a Aduana, nem implicaram com minhas dez garrafinhas de vinho (que bom, minha adega vai crescer).
Ficamos imensamente felizes por estar de volta ao Brasil, mesmo estando a mais de 1.500Km de casa estamos nos sentindo bem perto e a vontade de comer um prato de feijão com arroz (na Argentina não tem) era tão grande que nem ligamos muito para o acompanhamento.
DIA 13 - Enchemos o tanque do Del Rey em Uruguaiana, que teve até o parabrisas lavado e tanque fechado corretamente (que saudades dos frentistas brasileiros) e tomamos a BR 472 no sentido................errado. Só notamos nossa falha quando avistamos a placa de Montevidéu a 660Km. Isso acrescentou 140Km ao percurso do dia, que encerrou-se em Cruz Alta no RGS, mas não nos impediu de visitar o sítio arqueológico das Missões, na cidade de São Miguel.
Ao chegar à cidade de São Borja, utilizamos pela primeira vez algo do “Kit de Sobrevivência” que levamos para o Del Rey: ½ litro de óleo de motor para completar o nível.

DIA 14 – Depois de uma longa caminhada pelas ruas da simpática Cruz Alta, tomamos o rumo de São Matheus do Sul. No trajeto estava a temível BR153 com seus inúmeros buracos que tivemos que enfrentar novamente e dá-lhe paulada na suspensão do bravo Del Rey. Sem sombra de dúvida o pior trecho de toda esta longa viagem (e pensar que estávamos com medo da “polícia caminera”).
Antes do por do Sol o Del Rey já descansava no estacionamento do hotel em São Matheus do Sul. Amanhã será o grande dia, vamos chegar em casa.
DIA 15 – Felizes da vida, saímos com destino a nossa casa. Definitivamente ir é bom, mas voltar é melhor. Talvez este seja o melhor motivo de viajar.
Os últimos 550Km deste trecho foram vencidos com muita facilidade (acho que nós três (o Del Rey também) estamos amaciados.
A única incoerência de toda esta viagem fica por conta do título “Aos Pés da Cordilheira”, afinal havíamos chegado aos “Pés do Aconcagua”, bem no topo da Cordilheira dos Andes.
O comportamento do velho Del Rey foi excelente, nos levando e trazendo com conforto e segurança, sem apresentar um único defeito e consumindo apenas meio litro de óleo de motor nesses 6.713Km de percurso. Agora ele descansa com a poeira e os adesivos que trouxe dos Andes ao lado de seus amigos de garagem, bem mais limpinhos que ele mas com uma pontinha de inveja do velho amigo.
ALGUNS NÚMEROS DA VIAGEM
Quilômetros percorridos: 6.713 Km
Litros de gasolina consumidos: 451,3 litros
Média de consumo de gasolina: 14,87 Km/l
Óleo para motor: ½ litro
Gastos com pedágios no Brasil: R$63,50
Gastos com pedágios na Argentina: 35,20 Pesos Argentinos
Problemas mecânicos: Nenhum

Apesar dos freios terem sido feitos recentemente, fizemos uma última checagem e um reaperto completo da suspensão.
URUGUAI, AÍ VAMOS NÓS.
Em julho de 2009 e marcando 383.583Km em seu hodômetro o Del Rey partiria para o que seria sua mais extensa viagem, onde eu e meu filho prevíamos visitar as cidades de Punta del Este e Montevidéu no Uruguai. Nosso primeiro dia foi também o de maior deslocamento de toda a viagem com um trajeto de 850Kms entre as cidades de São Paulo e Vacaria / RS. Saímos cedo de SP, às 6:00h e chegamos por volta das 18:00h em Vacaria. O único “problema” que enfrentamos foi o frio, mas como saímos preparados para um inverno polar isso não nos representou um grande problema. Pernoitamos em um hotel que costumamos ficar quando visitamos as Serras e partimos para nosso segundo trecho que previa a cidade Pelotas, mas não sem antes parar para almoçar em um agradável restaurante que conhecemos na cidade de Nova Petrópolis, só que para isso tivemos que esperar uma hora para que ele abrisse. No restante do trajeto ao atravessarmos o rio Guaíba, passamos um longo trecho com fortes rajadas de vento que fizeram o Del Rey balançar um bocado, mas no final da tarde chegamos ao nosso destino, cansados mas bem. A cada posto que parávamos para abastecer o Del Rey ganhava um elogio dos frentistas pelo seu bonito estado de conservação, o que alimentava o ego dos proprietários.

Com uma previsão de nos deslocar poucos 250Km até o Chuí percorremos no terceiro dia de estrada o trecho chamado “Rota Extremo Sul” a caminho da fronteira com o Uruguai. A estrada foi um grande retão, porém deve ser percorrida devagar e com muita atenção, devido à travessia da Reserva do Taim, onde animais silvestres cruzam perigosamente a pista (ou seriam os carros que cruzam perigosamente a reserva?). Neste trecho os postos de abastecimento são muito poucos, chegamos a cruzar mais de 100Km sem avistar nenhum deles, portanto para quem pretende fazer o mesmo é recomendável sair abastecido de Pelotas.
Chegamos na última e interessante cidade do extremo sul do Brasil, o Chuí que é dividida por duas avenidas de mão dupla e paralelas, repletas de Free Shops (uma verdadeira tentação com seus preços livres de impostos) , sendo uma no Brasil e outra no Uruguai. Chegando por lá nos fartamos em uma das muitas churrascarias locais e exploramos a cidade durante o resto da tarde.

No dia seguinte era a hora de entrar oficialmente ao Uruguai. Uma parada na Aduana para preencher os papéis de imigração e nos pediram toda a nossa documentação e a do carro que deve estar registrado em nome de algum dos ocupantes. Neste momento também nos solicitaram um documento chamado “carta verde”, que nada mais é do que um seguro obrigatório para veículos estrangeiros que viajam por países do Mercosul. Felizmente sabíamos desta exigência e já havíamos emitido o documento antes de sair do Brasil. Neste momento também revistaram nossa carro e a mala de ferramentas que sempre levamos no Del Rey levantou alguma suspeita do fiscal, mas que ao constatar que o objetivo dela era garantir nossa segurança na viagem, nos liberou sem problemas.
Tomamos a Ruta 9 a caminho de nosso destino do dia que era Punta del Este e aí realmente nos sentimos no Uruguai, um país sulreal para quem admira carros antigos. Diferentemente do Brasil, onde os carros antigos são cultuados como raridades e geralmente ficam guardados nas garagens longe dos olhos da maioria das pessoas, no Uruguai eles são predominantemente utilizados no dia a dia. Chegamos a ver carros como Borgward Izabela, Hudson Vasp, Saab e uma infinidade de pick-ups dos anos 1940/50 circulando calmamente por regiões locais.
A Ruta 9 é uma grande reta, habitat ideal para um carro confortável como o Del Rey. A pista é de mão dupla, mas o escasso trânsito torna a viagem tranqüila e agradável.

CASAPUEBLO
(Casapueblo é a antiga casa de verão do artista uruguaio Carlos Páez Vilaró e é agora uma cidadela-escultura que inclui um museu, uma galeria de arte e um hotel chamado Hotel Casapueblo que fica dentro da estrutura. Ele está localizado em Punta Ballena, próximo de Punta del Este, Uruguai.
Construído ao redor de uma caixa de lata chamada La Pionera (Da Pioneer), foi o arquitecto Carlos Páez Vilaró, que um desenho estilo que pode igualar as casas da costa mediterrânica de Santorini, mas geralmente o arquitecto refere andaluzia Forneiro, um pássaro típico do Uruguai, para discutir o tipo de construção.
No interior há um museu e uma galeria de arte, mais há alguns anos ele construiu um apart-hotel chamado Hotel Casapueblo ou Club Hotel Casapueblo e tem um restaurante chamado Las Terrazas (As Terrazas), que segue o estilo da construção original e oferece um saboroso menu internacional).
Quando chegamos a Punta Del Este esta realidade muda bastante e os veículos são bem mais novos e caros, já que o poder aquisitivo deste badalado balneário uruguaio é bem elevado. Em uma das vezes que olhei no retrovisor avistei nada menos que um Aston Martin novinho, orgulhosamente conduzido por um senhor de cabelos grisalhos acompanhado de um belo exemplar do sexo oposto .

ESCULTURA “LA MANO” (atrás do Del Rey, um dos muitos Citroen Mehari)
(O monumento La Mano, obra do chileno Mario Irarrazabal os dedos saindo da areia, ou "a presença do homem surgindo na natureza", na visão do artista.)
Tudo em Punta Del Este é cotado em dólares, mas como fomos em época de baixa temporada, conseguimos encontrar um bom hotel por “módicos” US$45,00 a diária, na época de alta temporada este preço dobra.

HOTEL / CASSINO CONRAD
Depois de três dias muito agradáveis (mas bem frios) de repouso e exploração de boa parte do litoral da região que vai muito além de Punta Del Este, partimos para a capital Montevidéu, muito grande e urbanizada para nosso gosto e que nos fez lembrar muito Vitória no Espírito Santo. Ainda assim vale a pena conhecê-la, assim como Vitória.
O caminho todo até Montevidéu, é repleto de desmanches de carros antigos, chamados por eles de “desarmaderos”, o que é uma atração à parte para que é da turma da ferrugem como eu e meu filho.

Tomamos novamente a grande reta que nos levava até Brasil e seguimos o caminho de casa sem sermos parados uma única vez por policiais em todo o trajeto de 4.418Km percorridos impecavelmente pelo velho Del Rey que já acusa quase 400.000Km em seu hodômetro.
A parte triste da viagem fica por conta da confirmação do fechamento temporário do Museu da Tecnologia da Ulbra sem previsão de reabertura, durante nossa hospedagem em Canoas.
No caminho de volta para casa, o assunto entre pai e filho era um só: O que melhorar no Del Rey para a próxima viagem, quem sabe um pouquinho mais longa.
Alguns números da viagem:
Quilometros percorridos: 4.400,6
Litros de gasolina consumidos: 280,53
Média de consumo de gasolina: 15,7 Km/l
Gastos com pedágios no Brasil: R$154,80
Gastos com pedágios no Uruguai: 300 Pesos Uruguaios
KIT DE SOBREVIVÊNCIA
Não sou amigo de ficar na estrada e sempre achei que mesmo que não soubesse trocar uma peça, sempre é mais fácil encontrar alguém para trocá-la do que achar alguém e mais a peça. Na verdade este kit formado por peças sobressalentes sempre existiu dentro do porta-malas e já até foi apresentado em meu Blog, mas a cada dia vem sendo aprimorado e por isso resolvi atualizar a informação. Conforme uma peça é substituída ainda em bom estado de funcionamento, além de ir para o lixo vai para uma mala branca e as peças que percebo que são trocadas com mais freqüência são compradas em duplicata, indo uma para o lugar de funcionamento e outra para uma mala preta. Sendo assim, existem duas malas de peças, uma com peças usadas, chamada de mala branca e outra com peças novas, chamada mala preta.Até onde vai esta brincadeira eu ainda não sei, mas o volume e principalmente o peso começa a crescer e o kit completo só acompanha o Del Rey em viagens mais longas, onde muitas vezes só se acomoda no lugar do banco traseiro, que eventualmente é removido quando só vão dois ocupantes para liberar o espaço do porta-malas.
KIT MALA PRETA
Da esquerda para a direita, no sentido horário: cabo de acelerador, cabo de embreagem, braço tensor da suspensão dianteira, reparo do carburador, reparo de molas das lonas traseiras mangueira inferior e superior do radiador, mangueiras e abraçadeiras de combustível, jogo de velas, par de bieletas da suspensão dianteira.
KIT MALA BRANCA
Bobina, dois jogos de cabos de ignição, dois jogos de velas, dois rotores, tampa de distribuidor, duas bombas d combustível, bomba de água, três correias de alternador, bieleta da suspensão dianteira, kit de molas para lonas traseiras, ventilador da ventoinha. Um segundo estepe e kit de engrenagens e corrente do comando de válvulas já foram providenciados e irão se juntas ao kit em breve.

DICAS SOBRE VIAGENS PELA AMÉRICA LATINA

1. A água do radiador e do reservatório de água do para-brisa devem estar com aditivo na proporção indicada pela fábrica para evitar congelamento no clima frio.2. Em grandes altitudes a redução de potência chega a ser de 40%, portanto enquanto mais leve estiver o veículo, melhor. Nessas situações, também é recomendável adicionar de 8 a 10 litros de álcool de no mínimo 93º GL à gasolina. Isso servirá para minimizar o inevitável efeito de enriquecimento da mistura ar-combustível com a altitude, uma vez que os motores dos carros nacionais são calibrados para nossa exclusiva gasolina com 25% de álcool. Em postos de abastecimento, farmácias ou supermercados poderá ser encontrado esse tipo de álcool. Coloque-o e depois complete o tanque. lembre-se de utilizar somente gasolina sem chumbo (nafta sin plomo), que pode ser a de 95 ou a de 98 octanas.3. Site de rotas: http://www.ruta0.com/
DICAS BUROCRÁTICAS
1. Na Argentina são exigidos dois triangulos de segurança e alguns policiais rodoviários implicam com faróis auxiliares.
2. Carta Verde: Documento exigido em todos os países do Mercosul, pode ser facilmente providenciado através de sua companhia de seguros.
3. Carteira de Habilitação Internacional: É emitida pelo Detran em 5 dias.
4. Seguro Válido para o Mercosul: Geralmente já estão inclusos nos seguros oferecdos no Brasil, mas não deixe de consultar sua companhia.
5. Passaporte: Não é exigido em países do Mercosul, mas se tiver, leve.
6. Cambão para Reboque: Na Argentina é exigido mas é facilmente encontrado nas fronteiras ao custo de aproximadamente 20 pesos.
Sugestões fornecidadas por Daniel:
Olá. Pra fazer a carta verde eu paguei 220 reais em julho de 08, válida por 30 dias. Se você tem um bom corretor de seguros ele faz. Evite fazer em Foz do Iguaçu pois na fronteira eles pegam desavisados e pode sair mais caro.Carteira internacional é bobagem. Poderia ser exigida no Chile mas legalmente não é necessária, apesar do Consulado Chileno recomendar. Fui parado no Chile e não me pediram nada, só me pararam pois estava com as luzes apagadas de dia na estrada.Agora na argentina já foi um inferno. Providencie tudo e não se esqueça de nada: kit de primeiros socorros, cambão metálico para reboque, 2 triângulos de segurança, carta verde. O lance do carro estar no seu nome é importante, se não tiverem a autorização vai complicar.Dependendo da província que passarem a Gendameria Nacional gosta de infernizar nossas vidas. Principalmente descendo por Missiones e Santa Fé. Rodamos 10.600 Km pois atravessamos a Argentina até Mendoza, Santiago até Osorno, fomos para Bariloche e voltamos cruzando o Uruguay e entrando pelo Chuí. Na ida, em alguns trechos, fomos parados a cada 100 Km pela polícia. Tem que passar muito devagar pelos postos quando os guardas estão na pista (tipo 20 Km/ h), senão eles vão te parar e dizer que estava correndo só pra levar uma grana.Em alguns trechos pode ser que te peçam grana na cara dura te acusando de alguma coisa. Eu enrolei e não dei nada. Em outros locais pode ser que te parem e peçam uma contribuição para a Gendameria, te vendendo um postal. Colaborei com 10 pesos pra evitar problemas no próximo posto.Cuidado com seu planejamento de rodagem por dia. As vezes você pensa que vai rodar 800 Km em um dia e só consegue 600. Alguns trechos tem muitos caminhões e as pistas são todas SIMPLES.Outros trechos são completamente desertos, então cuidado com falta de combustível. Planeje bem e se informe sobre postos no caminho. Chegamos a rodar mais de 200 Km sem um posto sequer.




PORTO SEGURO - BAHIA - 1999


INTERLAGOS - SÃO PAULO

O Del Rey também é um frequentador de Interlagos, a bordo dele eu e o Rapha já fomos a diversas provas como: Stock-car, arrancadas, Fórmula Truck, Super Classic e até a clássica Mil Milhas edição 2004, prova que iniciou às 24h e terminou às 12h do dia seguinte. O Rapha "acampou" no confortável banco traseiro.
EVENTO: CLÁSSICOS DE COMPETIÇÃO Evento promovido em Interlagos em 2007 sobre veículos antigos de competição. Na foto o metido do Del Rey, modelo único, entre os repetidos Porche e Ferrari.
Carreteira DKW Mickey Mouse. Em circuitos travados andava na frente de carros infinitamente mais potentes do que ele.
Rapha e ao fundo ninguém menos do que Wilson Fittipald ao lado de sua obra, o Copersucar FD01, o primeiro F1 Brasileiro, que tivemos o prazer de ver e ouvir ser pilotado pelo próprio.
Um presente aos "Fordmaníacos", o autêntico Maverick Berta, da Equipe Hollywood que detinha a fama de que se não quebrasse, ganhava. Reinou nas pistas brasileiras nos anos 1970.

Em 2005 decidi que iria conhecer o Mato Grosso e a primeira idéia era ir até uma fazenda de um primo na cidade de Sinop a 300 Km do Pará, mas como achamos que íamos ficar limitados à fazenda, resolvemos focá-la no Pantanal Sul. O cuidado com o palnejamento foi grande, devido à conhecida falta de estrutura rodoviária que achávamos que existia nesta região, enganos nosso, as estradas não são bem razoáveis e perfeitamente possíveis de serem percorridas por um automóvel de passeio como o nosso. Entramos no estado do Mato Grosso do Sul pela cidade de Três Lagoas, logo na divisa com São Paulo.
Tem dono de Land Rover que não coloca o jipe dele pra rodar aqui
Contemplando o rio Miranda
Mais integração à natureza? Impossível!!!!!!!!!!
Na Fazenda San Francisco demos um tempo ao Del Rey e pegamos carona nesta Hilux
Capivara posando para a foto
Meio de transporte invejável
Toninho em um momento de descontração, que com ele não são poucos.
Que susto!!!!! Pensei que fosse o meu (note a carreta atrelada).

Uma cena triste, mas muito comum na BR262 são os atropelamentos de animais. Poucos quilometos antes de encontrarmos este jacaré atropelado, deparamos com um moteiro (espécie de porco do mato) com mais de 100 quilos também atropelado no meio da estrada. Até nosso carro acabou sendo atingido por um anú (pássaro próximos ao tamanho de uma pomba) durante seu vôo rasante pela estrada. Durante toda a viagem constatamos essas travessias suicidas dos animais na estrada, mas neste trecho, entre Miranda e Corumbá, onde entramos de fato no Pantanal Matogrossense, o número de animais aumentou, portanto com respeito a eles e sua própria segurança é melhor ter atenção redobrada por aqui e respeitar os limites de velocidade.

Cenas de nosso país. Momentos após ultrapassar uma tropa em plena BR262.
Aqui acaba o Brasil.
Este foi nosso ponto mais distante da viagem, em Corumbá, a poucos metros da fronteira Brasil/Bolívia. Fomos recomendados a não atravessar. Mesmo assim, na volta fomos confundidos com traficantes pela polícia federal. Por duas paradas nos fizeram abrir todas as malas e vasculharam todos os cantos do carro, não escapou nem o estepe. Mas sempre foram cordiais e se desculparam ao não encontrar nada.

Em plena atividade na BR262. Neste dia saímos de Corumbá às 13h e chegamos à Três Lagoas à meia noite, as duas cidades são os extremos do Mato Grosso do Sul e distam 750Km, considerando que já haviamos rodado pela manhã mais de 250Km, totalizamos aproximadamente 1.000Km, percorridos em um só dia. Ao contrário do que esperávamos, a BR262, rodovia que que corta o estado de Leste à Oeste é muito boa, só é necessário tomar bastante cuidado com a travessia de animais.
CANOAS - RIO GRANDE DO SUL - 2006
O objetivo desta viagem era visitar o maior museu de automóveis antigos da América Latina, o Museu da Tecnologia da Ulbra, em Canoas no Rio Grande do Sul. Canoas localia-se a 17 Km de Porto Alegre totalizando para nós uma distância de 1070Km saindo de São Paulo. Aproveitamos que o Del Rey havia sido inteiramente revisado em dezembro de 2005 para a viagem do Pantanal e partimos em julho de 2006 com destino a terras gaúchas. Desta vez, a viagem foi feita em companhia de meu filho, o Rapha.

Imagens de um país lindo já foram refletidas neste retrovisor
Fachada do Museu da Tecnologia. Quatro andares de puro deleite aos amantes do antigomobilismo. Valeu cada um dos mais de 1.000Km da BR116 percorridos.
Vista geral de um dos quatro andares do Museu da Tecnologia da Ulbra.
OS GM
Rapha ao lado da Penske F.Indy (original) pilotado por Emerson Fittipald em sua 2ª vitória nas 500 Milhas de Indianápolis de 1993
Eu, ao lado do Pace Car Camaro Z-28 1993 das 500 Milhas de Indianápolis que foi presenteado à Emerson.
Parte do acervo da GM está na museu. Rapha ao lado de sua paixão incondicional o último Omega produzido .Note a placa(FIM1998).
Rapha ao lado de um Omega Stock Car.
"Ainda vou ter um desses pai" (do próprio Rapha).
Rara Chevy Station Wagon 1952.
OS FORD
Lindo Speedster
Ford Edsel, o carro que quase fez a Ford falir nos anos 1950. Diziam que sua grade lembrava o orgão sexual feminino.
O museu não abriga somente carros. Um interessante acervo contendo relógios, objetos antigos e até uma agência de correio completa estão lá.
"Back to de Future" Part III.
Isso não é um quadro. A foto foi tirada de uma das janelas do museu e os caminhões estão estacionados no gramado em frente ao prédio.
Esta foto não foi tirada do andar superior, a motocicleta e side car estão na coluna do prédio.
Mercedes 600SL V12 de Ayrton Senna, note a placa (CSE 8888 - Campeão Senna 1988).
Frio, Frio, Frio..............., o Del Rey, que é movido à álcool, sofreu bastante.
Chegamos em Canoas dois dias depois de nossa saída de São Paulo, passamos nossa primeira noite em Vacaria, a primeira cidade do Rio Grande. Rodamos neste primeiro dia algo em torno de 850Km, já que sabíamos que o trecho mais sinuoso eram os últimos 200Km.
Aqui estamos prestes a entrar em uma das estradas mais bonitas do Brasil, a Graciosa que localiza-se a aproximadamente 50Km da entrada de Curitida, de quem vem de SP, na BR116. É tão exclusiva que tem até portal.
Viagem realizada em agosto de 2007. Paraty é uma simpática cidade do estado do Rio de Janeiro. Localizada a 320 Km de São Paulo, é possível visitá-la em apenas um dia para os que como eu curtem além do destino o caminho. Aliás um caminho lindíssimo, já que a partir de Caraguatatuba (Litoral Norte) até Paraty, o mar é companheiro desta viagem.
Constantemente as águas invadem as ruas da cidade. Observe as comportas do comércio.
Parece que todos de lá estão totalmente integrados à invasão das águas.
Rapha aponta para Jurumirim, onde reside o navegador Amyr Klink
Vista do centro histórico de Paraty que com suas ruas de calçamento de pedra e casarões preservados, já vale pela viagem. São diversas as pousadas no centro histórico, elegantíssimas e também caras, mas mais afastadas do centro existem diversas mais simples e acessíveis. Também existem vários camping.
ILHABELA - CAPITAL DA VELA - SP
Não foi uma nem duas vezes que fui à Ilhabela a bordo do Del Rey, afinal a frequento a mais de 30 anos e foi com ele que fui a maioria das vezes.
Ilhabela fica a aproximadamente 200Km do centro de São Paulo e chega-se até ela através da travessia de um ferry-boat que nos dias de feriado costuma acumular uma fila de 1,5 hora, chegando lá você é recepcionado por famintos borrachudos, se está disposto a pagar esse preço, o resto é só prazer. Encontrará uma reserva florestal maravilhosa, além de praias com uma beleza não encontrada no Continente.Ela é conhecida como Capital da Vela, devido ao canal que existe entre seu arquipélago e São Sebastião, possibilitando condições ótimas para os esportes náuticos.
Travessia da balsa á noite do Del Rey que leva às costas tudo o que uma família tem direito para passar alguns dias de laser.
Próximo à Pedra do Sino
Testando os faróis do Del Rey e da nova Bike do Rapha
Na charmosa "Vila", no centro de Ilhabela
Prosseguindo em sentido contrário ao que o Del Rey aparece na foto, são 26 Km de terra com direito a travessia de riacho para atingir o lado oposto da Ilha na praia de Castelhanos.
NO TRABALHO
Já que trabalho junto à área automobilística e o Del Rey é meu carro do dia a dia, você poderá encontrá-lo qualquer dia desses estacionado junto ao pátio de uma montadora.

FÁBRICA DA HONDA EM INDAIATUBA - SÃO PAULO

FÁBRICA VOLKSWAGEN CAMINHÕES EM RESENDE - RIO DE JANEIRO
15 comentários:
Coronado, é muito gostoso ver sua meticulosidade nos detalhes e na preparação de suas viagens com o Del Rey. E no blog podemos ver o quando você é um antigomobilista que se esmera em ser um conhecedor dos carros a fundo.
Como sugestão, gostaria de pedir que vocÊ também compartilhasse com seus colegas, como é feito o planejamento de suas viagens, já que me parece que em tudo existe um bom planejamento.
Eu não sou um bom planejador, mas sou muito detalhista, e vi que o seu Del Rey vai ficar muito bem reformado, para novas aventuras por este Brasil tão cheio de contrastes. Como dica e para que seu Del Rey fique melhor ainda sugiro você observar através de fotos dos colegas a posição exata dos logotipos do seu carro, uma vez que anterior ao acidente, vi que eles estavam totalmente fora da posição original de fabrica.
Precisando de ajuda, estou por aqui!
Abraços,
Irineu
iae,coronado o meu
blog é:antoniotata@ig.com.br
falow abrç...
Com prazer descobri seu blog e os exemplos que voce dá para a restauração do Del Rey.
Á 5 dias comprei um Del Rey Guia - 1600 CHT - alcool/gnv, com diversos problemas até para a vistoria como lanternas totalmente detonadas, amassados e pintura descascando/queimada.
Encontrei tambem , por baixo uma travessa de cada lado, onde pega o macaco com as pontas terrivelmente enferrujadas, será que é possivel trocar essa peça inteira? tem no mercado? ou só é possivel remendar?
no carro, funciona tudo, mas mal, os retrovisores eletricos estão funcionando sozinhos e tive de retirar o fusivel enquanto não vejo iss,em suma tenho de retirar a poeira dos séculos e ir lixando/limpando/limando tudo o que é eletrico.
Se tiver mais anotações sobre essa restauração que porventura não estiver no relato do blog, se puder, envie pra mim, que será de grande ajuda na minha restauração.
um abraço
Eduardo Ferreira Inniger
eduinn@infolink.com.br
rio de janeiro - RJ
Coronado;seu blog e uma beleza!!E bom saber que tem gente que curte um carro de classe como a linha Del Rey desde o inicio!!
Meu patrao tem uma Pampa L 1.6AP 96 ela ta com 303.218 km rodados e nunca preciso fazer o motor e essa pampa e forte anda muito e nunca preciso ser rebocada ela ta com ele desde de 98 pode ser dizer que compro ela zera!!
Nunca bateu pra vale so umas batidinhas de leve + tudo conssertada ele nao gosta de ver o carro dele acabado as lanternas traseiras originais vidros ela precisa de uns reparos + nada que interfere no funcionamento e estrago do carro!!
muito legal o seu blog e seu del rey!!
Muito legal seu blog!! PARABENS!!
(uma filosofia do Del Rey 4 portas.
UMA BMW100.000 reais;UM UNO 21;000;ACHAR UM DEL REY 4 PORTAS NA RUA NOVO NAO TEM PREÇO hehehe!!!)flw's
parabens adorei suas aventuras com o Del Rey. Eu moro em Saõ Pedro da Aldeia proximo a Cabo Frio, quando quiser pode aparecer. Um abraço.
gostei da sua aventura ,eu moacir moro em sidrolandia m/s ,comprei um 1.6 cht muito 1985 cor ouro metalico,tambem gosto de aventuras e um dos carro que voce fala eu vou e cai mesmo não tem barreira para ele,mais de manutenção e ningum segura,em uma de minhas aventurapassei direto na curva indo ao paraguai e estragou bastante,me ajudem a encontrar peças original,farois ,lanternas ,farol auxiliar,frizo dos farois,grade da frente,quero ele lindão de novo me ajudem,,,,eu peciso continuar......
Coronado, adorei suas viagens, e principalmente pelo fato de termos em nossa familia um Del Rey Ghia 1988 - 1.6 CHT (alcool) tbm, vi que vc trabalha com linhas automotivas e viaja bestante por esse mundao ai, eu trabalho com controle de qualidae em uma Metalurgica que fornece peças pras montadoras nacionais e internacionais, quem sabe se um dia vc passar aqui por SC, na cidade de Rio do Sul, possa conhecer a Metalurgica Riosulense (se é que ja nao conhece) e possamos trocar umas ideias, o carro ja esta 13 anos com meu pai, e espero poder dar uma geral das boas neles, pois apesar de velho, ta super conservado, e é otimo para viagens...
se puder add meu emial/msn..
rafah_baldo@hotmail.com
quem sabe possamos trocar umas ideias e vc possa me ajudar como e onde conseguir peças originais para o mesmo...
novamente parabens pela sua nave....
OLÁ CORONADO...
SEU BLOG É SIMPLESMENTE O MAXIMO !!
AINDA MAIS QUE COMPARTILHAMOS DA MESMA PAIXÃO: "DEL REY". TENHO UM MODELO 86 PRATA E ESTA TODO ALINHADO. ELE TEM ATÉ NOME É O MEU "BICUDO" OU "BICUDINHO" PARA OS INTIMOS. ALGUNS O CHAMAM TAMBÉM DE "SEÑOR BIGODÓN" ACHO QUE ESTE APELIDO SE DÁ PELO FATO DE A FRENTE DO DEL REY LEMBRAR UM SENHOR COM BIGODE! TALVEZ SEJA ISSO...
BEM O BOM DISSO TUDO É QUE ENCONTREI PESSOAS QUE TEM CARINHO POR ESTE MODELO DE CARRO ÚNICO, CHARMOSO E BOM DE BRIGA.
ABRAÇOS
ANDRE - VITÓRIA/ES
Coronado,
fiquei fascinado com o teu blog. Sempre sonhei em fazer essas viagems de carro tbm. No mes de abril deste ano Deus me deu de presente um bonito DEL REY serie ouro ano 84. Moro em Resende, ví que já estiveram por aquí. Até agora a única viajem que fizemos foi até Paraty. O Carro, embora precisse de reparos, comportou-se ás 1000 maravilhas! Realmente Paraty é um lugar muito lindo. Confesso que sou argentino e a minha familia é de Mendoza. Conheço a região e sempre quiz fazer a viagem Rio - Santiago de Chile. Estou providenciando os reparos necesários para o meu DEL REY ficar em condições de emfrentar essa empreitada. Estarei ligado para saber noticias da vossa viagem. Muita sorte, paciencia com a polícia argentina e felicidade sempre.
Abraços desde Resende.
Walter.
Parabéns pela aventura e pelo carro. Tbm tenho um del rey, ghia 84/85, todo restaurado. É o meu chodózinho e ainda quero me aventurar feito vcs. felicidades.
Foi um enorme prazer conhecer esse blog...Parabens pelo carro e pelo espirito de aventura!!!
Obrigado Ni. Como diz o jogo de palavras: "O que se leva desta vida é a vida que se leva".
Ola coronado, parabens pelo blog.
Estou restaurando um Del Rey e estou a procura de alguns acabamentos internos principalmente o friso da porta na parte interna é aquela peça que vai junto com luz de cortezia será que voce tem ou conhece quem te uma? a cor é cinza.
Meu e-mail é: dgotardo@bol.com.br
Obrigado, Davi. Realmente as peças mais difíceis de conseguir são as de acabamento, tb tenho muita dificuldade com o meu. Acho que só garimpando em desmanche, mas não custa deixar seu Email aí, eventualmente alguém entra em contato. Boa sorte.
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