quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

MANUTENÇÃO / CONSERVAÇÃO

PROLONGADORES DE TRILHOS DOS 

BANCOS DIANTEIROS


Quando o Del Rey ainda era conhecido internamente
pela Ford por “Projeto Omega”, alguns engenheiros defendiam a ideia dele ter uma medida de entre-eixos 10 centímetros maior do que a da plataforma do Corcel II, que seria a base para este projeto, porém, por motivos econômicos a Ford vetou a ideia e a medida original do Corcel II foi  preservada, com isso deixou de se ganhar em conforto ao rodar e espaço interno. Isso faz com que motoristas com mais de 1,8 metro, sintam-se um pouco incomodados com relação ao espaço para suas pernas e eu não era uma exceção à regra.

   Por bastante tempo pensei como resolver esta questão, que me obrigava a dirigir com a perna direita levemente curvada, mas os leitores deste blog podem ficar tranquilos, nunca pensei em cortar meu Del Rey ao meio e enxertar os dez centímetros do projeto inicial, fiz algo mais simples, desloquei os trilhos dos bancos dianteiros alguns centímetros para trás.


Os quatro prolongadores confeccionados em aço carbono.



Instalação dos prolongadores entre o banco e o trilho.

   A instalação dos prolongadores e a cabeça dos parafusos de fixação entre o banco e o trilho, aumentou a altura do banco em aproximadamente 45 mm. Como a espuma injetada do banco já havia cedido devido ao tempo e principalmente à quilometragem de nosso carro, esse aumento acabou levando o banco próximo da altura original e a dirigibilidade ficou mais agradável.


Fixação com parafusos e porcas sextavadas e arruelas lisas e de pressão.



Espaço limitado para as pernas do passageiro do banco traseiro.

        O preço a se pagar por esta adaptação é a quase inutilização do espaço para as pernas dos passageiros dos bancos traseiros. Só é possível levar uma criança atrás do banco do motorista com conforto.      

   Como em meu carro ando a maior parte do tempo sozinho e fiz a adaptação apenas no banco do motorista, isso não atrapalha muito e caso precise levar adultos no banco traseiro é só avançar o banco na posição máxima original e voltar ao desconforto da disposição anterior.

     
                                                 
Posição de condução, de braços ligeiramente fletidos, sem arcar a perna direita e costas bem apoiadas. Bem mais confortável.

  O recuo do banco só não pode ser maior devido ao curso do pedal da embreagem que acaba não sendo totalmente cumprido, mas os poucos centímetros obtidos, são mais do que bem vindos e resolveram o problema.
 Agora é só imaginar que o Del Rey tem dez centímetros a mais (e a sensação é bem esta) e encarar as estradas, que com certeza virão, com muito mais conforto e espaço para as pernas.                                             

AVALIAÇÃO DE FINAL DE ANO


   Dois anos e cinco meses e 42.803 Kms rodados após a manutenção geral de suspensão do Del Rey que na época  visava o preparo para nossa viagem ao Chile, levantamos ele para uma avaliação geral. Antes dessa, claro que monitoramos o serviço algumas vezes e até mesmo tivemos que trocar o par de rolamentos da roda traseira direita, mas desta vez iríamos fazer um pente fino, incluindo uma revisão mais completa no sistema de freios, que estava intacto há dois anos e meio.



   Começamos levantando, tirando as rodas e dando uma bela lavada por baixo. Com exceção da bucha da bandeja central traseira (a fixada ao eixo), não encontramos mais nenhuma borracha danificada, nem mesmo as coifas das homocinéticas e trizetas.  Esta bucha parece estar danificada apenas nas bordas e não na parte prensada, não apresentando nenhuma folga aparente, por isso ela vai ficar lá por enquanto, mas vamos providenciar uma nova, de preferência da marca Axios.
   Finalizamos a revisão na suspensão com a aplicação de silicone em todas as borrachas para evitar ressecamento. 



Medição dos discos antigos

   Um dos maiores focos desta avaliação era o sistema de freios, que havia sido preservado, com exceção da troca de todos os flexíveis e fluido que fora trocado pelo DOT 4, mas agora, já com 73.951 Kms rodados desde a última troca de discos, pastilhas, lonas e cilindros de rodas, já apresentava trepidações no pedal, indicando um provável empenamento dos discos.
   É muito fácil os discos de freio empenarem após uma chuva repentina no final de uma descida de serra. O choque térmico provoca deformações irreparáveis, mesmo em discos novos. Esta situação é muito provável em nosso Del Rey, já que fazemos muitas descidas de serra com ele, além de nossa viagem para Mendoza em 2010, onde descemos a Cordilheira dos Andes a uma temperatura que chegou a -20ºC. Choques térmicos não devem ter faltado.
   Outra situação que deve ser evitada é esguichar água nas rodas durante a lavagem com o carro recém utilizado. Muitos se divertem vendo a fumacinha, mas esquecem que podem estar provocando deformações em diversos componentes mecânicos aquecidos.
   Desmontados os discos, conferimos as espessuras (foto acima) e constatamos que estavam bem longe da medida mínima informada pela TRW (fabricante dos discos) de 18 mm. Certamente o que preservou a espessura dos discos foi a utilização de nosso carro predominantemente em estradas, onde o sistema de freio é utilizado com menos frequência do que em perímetros urbanos.


Conferindo a medidas dos discos novos

   Comprovando o mínimo desgaste dos discos, a diferença de 0,52 mm entre os atuais e os novos, permitiriam usar os atuais por muito tempo, mas o empenamento indica a substituição.




   A vibração também pode ser provocada por falhas nos cubos de roda, como já ocorreu uma vez e obrigou a substituição de um deles. Recomenda-se uma limpeza nessas peças com lixa ou palha de aço para eliminação de partículas que podem desnivelar o assentamento dos discos, provocando também a vibração do pedal.


Suspensão em muito bom estado depois de atravessar a América do Sul de costa à costa.



Comprimindo o pistão para alojar as novas pastilhas.


   Com a instalação dos novos discos e pastilhas, bem mais espessos, o pistão da pinça terá que ser comprimido para alojar as novas pastilhas. Esta operação poderá ser feita com a ajuda de um grampo de fixação (sargento). Não se deve esquecer de abrir o reservatório de fluido de freio, prevendo a expansão do fluido durante a operação de compressão.


Travas das pastilhas

   Estas travas são extremamente frágeis. Toda vez que mexemos nas pastilhas, quebramos pelo menos duas ou três delas, e desta vez não foi exceção, por isso e pelo baixo preço, sugiro comprar dois ou três kits por operação. 




Conjunto de freio dianteiro montado.

   O aperto dos parafusos do cubo deverá ser feito em cruz, para evitar empenamento. Já o aperto final da porca central é feito com a roda montada, quando o conjunto estiver equipado com porca auto-travante, como o do nosso carro.


Sistema de freio traseiro por tambor.

   Desmontados os freios traseiros, não notamos desgastes significativos nas lonas e nem sinais de vazamento de fluido nos cilindros de roda, o que exigiria sua troca. Sendo assim, bastou limpar com ar comprimido e  remontar o sistema.
   Gostaria de advertir que com a panela de freio removida, como na foto acima, somente o sistema de freio de estacionamento (freio de mão) poderá ser  acionado para checar seu funcionamento. Já se o pedal de freio for acionado nesta situação, o mecanismo de regulagem automática das lonas desmonta-se e o trabalho de remontagem é considerável.
   Agora, adivinhem se a gente não acionou o pedal??????????
   Por último, uma sangria do sistema e reposição do fluido perdido até o nível máximo.
   Agora é só usar com cautela até que as novas pastilhas se acomodem aos discos também novos.



MECANISMO DO VIDRO DIANTEIRO


   Verdadeiro cordão de Aquiles dos Del Rey de duas portas, o mecanismo que faz o vidro das janelas dianteiras subirem e descerem sofre, devido ao tamanho avantajado das portas deste carro. Lembre-se que as portas dos Del Rey são recordistas em tamanho no mercado brasileiro, só ombreando com as de seu irmão Maverick. Um amigo meu dizia que quando um Del Rey abre a porta, a rua fecha.

   Prematuramente problemático o mecanismo da janela do meu carro havia sido revisado há menos de 3 anos, portanto não deveria apresentar problemas tão cedo, mas a mão de obra contratada deixou a desejar, como descobrimos durante a avaliação, o que confirma que em carros com sua idade, nada melhor do que o velho método do “faça você mesmo”. Só que desta vez, tivemos uma ajuda virtual mas indispensável, a do pessoal do Face Book do Grupo  Del Rey Club que participou em peso dando instruções. Nada menos do que membros dos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Espírito Santo e até do Ceará (me desculpem se esqueci de algum estado). O Del Rey e seus proprietários agradecem.
   O problema de nossa janela, é que a partir da metade da subida o vidro corria por fora do trilho dianteiro, obrigando a alinhá-lo com a mão a partir deste ponto. Isso exigia que em paradas de pedágio, por exemplo, eu tinha que tirar as duas mãos do volante por alguns instantes durante a saída para subir o vidro. Por incrível que pareça este irritante problema persistia durante todo este tempo, e só agora decidi que custasse o que custasse, seria sanado de vez.
   Abaixo algumas dicas de nosso trabalho seguindo as recomendações dos colegas e algumas observações de trabalhos anteriores mal feitos, para que mesmo quem não quiser fazer como nós, com as próprias mãos, possa controlar melhor a mão de obra paga.


Os pontos “A”; “B” e “C” são os pontos de regulagem do sistema.


   Soltando-se as porcas “A” e “C” consegue-se regular os trilhos no sentido longitudinal (para a frente e para trás). A porca “B” determina a regulam do suporte de acionamento do vidro neste mesmo eixo, porém para esta regulagem é necessário soltar os dois parafusos superiores desta peça.


Regulagem transversal dos trilhos.


   No centro dos parafusos dos pontos “A” e “C” existem pequenas fendas que permitem a regulagem transversal (para fora e para dentro) dos trilhos dianteiro e traseiro. Apenas esta regulagem teria resolvido nosso problema, já que o vidro saia do trilho quando subia a partir da metade do percurso. Bastaria ter soltado o parafuso do ponto ”C” para o trilho vir um mais para o lado de dentro do carro. 


Mecanismo completo de movimentação do vidro.

   Como a princípio achamos que o problema estava no mecanismo acima, compramos um novo por R$49,10 e substituímos o velho que descobrimos posteriormente estar íntegro, sendo assim o guardamos na embalagem do novo e foi para o estoque (na geladeira do Del Rey) como de costume.

   Notamos a vantagem do novo ter o cabo de aço  protegido por um conduíte, ao contrário do velho (não original) que mantinha o cabo exposto e consequentemente mais sujeito a retenção de partículas que provavelmente dificultariam o seu funcionamento futuramente.


Suporte de movimentação do vidro.

   De acordo com as recomendações dos colegas, assim como nos trilhos, substituímos os parafusos inadequados por outros novos e com arruelas de pressão, para permitir que permanecessem fixos por mais tempo e também engraxamos todo o sistema.

   Neste suporte também existe uma importante regulagem no sentido longitudinal, agora do vidro.




Mecanismo onde vai acoplada a manivela.

   Na instalação anterior, feita por mãos “profissionais” a fixação desta peça havia sido feita por rebites pop. Segundo o Rapha, isso é coisa de pedreiro, assim trocamos pelos parafusos sextavados com as devidas arruelas.
   Seria uma frescura?
   O fato é que com todas essas frescurinhas o sistema funcionou como um relógio suíço e agora não vou mais precisar ficar subindo o vidro com as duas mãos nas saídas de pedágio.
   Nosso muito obrigado a todos os amigos que nos deram dicas para a  realização deste serviço.



TROCA DE CARBURADOR



Devido à alteração do combustível de álcool para gasolina, necessária para nossas viagens fora do Brasil, ainda tinhamos um ítem importante a substituir, o carburador. Até agora rodávamos com uma adaptação nos componentes internos do modelo original para àlcool, que resultaram em bom desempenho e consumo ecepcional (sempre acima dos 15Kl/l em estrada) porém, as constantes reprovações no controle de emissões nas inspeções veiculares obrigatórias em São Paulo (foram 3 em 2010 e 1 em 2011) deixavam claro que a troca de carburador era necessária para um original à gasolina, que possui venturis de medidas diferenciadas. Já haviamos adquirido um em 2010 de uma oficina de São Paulo, mas ele repousava no porta-malas do Del Rey até agora.



Gostaria de deixar claro aqui no Blog a minha indignação sobre a inspeção veicular em veículos carburados, sempre em índices inferiores aos obtidos quando estes eram 0 Km. Imagine após rodarem milhares de quilometos após todos estes anos. Isto é um verdadeiro desrespeito a contribuintes que pagaram todos o ônus impostos pelo governo, anos a fio durante sua utilização.



O carburador adquirido usado parece estar em boas condições, assim ele foi inteiramente desmontado aqui mesmo em nossa garagem/oficina, aplicado um banho químico e teve substituído todo o seu reparo por um novo, incluindo os diafragmas.







Algumas peças faltantes foram retiradas do modelo a àlcool, como o suporte do cabo de acelerador e a boa notícia é que o afogador, inoperante a anos, passou a funcionar já que o sistema do novo carburador estava intacto.







Até a instalações no carro tudo correu bem, porém a marcha lenta ficou oscilante e está dando muito trabalho para afinar. Depois de várias tentativas, resta pesquisar sobre as medidas originais de giclês do modelo a gasolina, uma vez que os que estavam operantes no carburador a álcoll parecem não dar certo. Caso algum leitor do Blog conheça as medidas originais, agradeço pela informação desde já e obviamente os devidos méritos serão publicados aqui no Blog.



REVISÃO COMPLETA NA PARTE DE BAIXO



Tudo está funcionando muito bem, mas como a última revisão geral de suspensões e freios foi feita a mais de 70.000Km, antecedendo a viagem ao Pantanal Sul em 2005, achamos por bem dar uma "geralzona" na parte de baixo do velho Del Rey que foi muito castigada na última viagem para a Argentina, especialmente nas estradas catarinenses. A meta é verificar absolutamente tudo e aqui mesmo na nossa Garagem/Oficina, que nos últimos meses ganhou uma pequena prensa e uma macaco "jacaré". Mesmo sem sermos mecânicos profissionais, eu e meu filho pretendemos deixar tudo "zero", já que os próximos planos para o Del Rey é ir um "pouquinho" mais longe na sua próxima viagem. A decisão de fazer tudo com nosas próprias mãos (além da gente gostar de graxa é claro) é aprender cada vez mais sobre os segredos do carro que podem ser úteis em lugares onde não temos apoio mecânico.


Estamos nos preparando para uma etapa demorada e estamos iniciando a desmontagem em 13/01/2011, já que além de não sermos experts no assunto pretendemos fazer todo o serviço durante nosso pouco tempo livre, mas como não temos pressa a ordem é se divertir e fazer tudo sem stress. Opniões em forma de comentários dos leitores deste Blog sempre serão bem vindas durante todo o processo. Agora chega de papo e mão na massa.

Vista geral de nossa pequena Garagem / Oficina



Iniciando a desmontagem de toda a parte suspensa traseira.




Coisa de Neurótico: quatro cavaletes bem calçados sob a alcoragem da suspensão traseira.

Eixo traseiro removido e completamente desmontado. Este foi um dos principais agentes motivadores deste trabalho, a inspeção do eixo traseiro uma vez que o Del Rey já está atingindo os 400.000Km e a fadiga pode comprometer a integridade deste importante componente.



Saque do rolamento de agulha interno da panela de freio. Esta operação deve ser feita em prensa, já o rolamento externo é facilmente removido com a mão



Sistema de freio traseiro: molas, sapatas, lonas, cilindros de roda, tudo intacto é só limpar e reinstalar. Braços Tensores Traseiros: não estão em mal estado, mas como não são de marca confiável, tentaremos localizar o originais ou de marca idônea para substituilos.
Amortecedores e molas traseiras: O do lado direito apresenta vazamento, natural para 70.000Km e os chacoalhões (para não dizer porradas) das estradas brasileiras. Elementos de óbvia troca em uma manutenção dessas. Já as borrachas de apoio inferior não sabemos se vamos localizá-las. Quem souber do paradeiro desde já agradecems os comentários.


Balança Central Traseira: Ainda é original e me arrisco a dizer que nunca saiu do lugar, está em ótimo estado e terá apenas a buchas substituídas.


ENSAIO DE LÍQUIDO PENETRANTE


Com a finalidade de identificar possíveis trincas provocadas por fadiga no eixo traseiro, optamos por utilizar o método de Líquido Penetrante (também podem ser utilizados os métodos de Ultrasom ou Radiografica, mas são mais caros e complexos) que consiste na absorção de um líquido de cor vermelha pela trinca que muitas vezes são invisíveis a olho nú. Este método é muito utilizado na fabricação e manutenção de componentes mecânicos e juntas soldadas. Abaixo será descrito o passo a passo desta inspeção.


Na foto acima os três líquidos envazados em spray que serão utilizados no método.


O primeiro passo é a preparação da superfície a ser analisada, que consiste na limpeza total da peça a ser analisada. Nesta inspeção, optamos por inspecionar além das pontas de eixo, todas as soldas existentes na peça. É importante que a superfície a ser inspecionada não seja rugosa, para que o ensaio apresente um resultado satisfatório.


Após a superfície higienizada, aplica-se o spray de "Limpador de Superfície e Removedor de Líquido Penetrante".



Com um pano limpo, conclui-se a limpeza até remover todo o líquido.


Após a total secagem do primeiro Spray, aplica-se o Líquido Penetrante. Pelo fenômeno da capilaridade o líquido que é extremamente fluido, penetra até mesmo nas mínimas imperfeições da peça. Com um pano limpo embebino no "Limpador de Superfície e Líquido Penetrante", o excesso de tinta deverá ser removido.

Em cinco minutos o spray "Revelador de Líquido Penetrante" poderá ser aplicado.

Após alguns minutos, atravéz de uma reação química, as imperfeições são indicadas. No caso do eixo traseiro do Del Rey que inspecionamos a peça mostrou-se íntrega, apesar dos muitos quilometros percorridos e agora poderá ser montada com segurança para rodar muito mais. Caso apresentasse alguma trinca em alguma solda a mesma deveria ser removida e refeita, já se fosse em uma das pontas de eixo a solução é sua substituição.

Este artigo foi publicado site Autoclassic

www.autoclassic.com.br/autoclassic2/?p=13011




DEFEITOS DE SOLDAGEM



Vinte e cinco anos depois de sua fabricação descobrimos alguns defeitos provocados por processos de soldagem que deveriam ser evitados. Nada tão grave, muito mais estéticos do que potenciais provocadores de quebras do componente soldado, mas que desrespeitam a primeira regra da soldagem que é a aprovação visual. Indepentemente da solda ser aparente ou não ela deverá ter boa estética. Alguns fabricantes modificam este conceito e restringem somente às soldas aparentes, mas de repente vem alguém muitos anos depois, fotografa a peça e mostra que ela não estava tão escondida assim. Por isso, caprichem soldadores.





Mordeduras no Metal de Base. Anti-estético e também um concentrador de tensões.






Respingos. Natural que ocorram, mas devem ser removidos no final da operação de soldagem.


INFORMAÇÕES FORNECIDAS POR http://www.synergictreinamento.com.br/



TUDO NOVINHO






Apoios de borracha das molas traseiras marca Jaú.





Bandeja central traseira. Os planos eram aproveitar a original apenas com a troca das buchas (localizadas e compradas) mas durante a remoção das mesmas a bandeja deformou-se irremediavelmente e teve que ser substituída. A localização foi um capítulo a parte, simplesmente nenhum distribuidor tinha a peça, cheguei até a consultar a própria Nakata que tentou ajudar mas não conseguiu. Com muito custo encontrei uma da marca "MK". Como pareceu ser bem construída resolvi comprá-la.



Já os braço tensores da marca Cofap foram localizados facilmente.







Flexíveis dos freios traseiro e dianteiros, comprados da marca IBTF, o traseiro (só vai um) e um o par dianteiro.






02 Retentores dos rolamentos traseiros da marca Sabó REF 01832.



02 Rolamentos de agulha das rodas traseiras internos marca SKF REF L44649/610/Q .



02 Rolamentos de agulha das rodas traseiras externos marca SKF REF LM 11949/910Q .


Molas e amortecedores dianteiros e traseiros e bandejas superiores e inferiores dianteiras da marca Cofap.



No sentido horário:

Juntas homocinéticas (Albarus/Spicer)
04 retentores do cubo da roda dianteiro (Sabó REF.01764)
04 rolamentos dianteiros (SKF)
02 coifas do lado do câmbio (Albarus/Spicer)
02Trizetas ou Juntas Tripóides (IMA)
04 apoios de borracha das molas dianteiras (Ford)
02 borrachas da barra estabilizadora (Jaú).


Peças originais FORD para Del Rey são tão difíceis de localizar, que valem a pena ser registradas quando aparecem. Como os apoios de borracha das molas dianteiras.



A "Cereja do Bolo" que faltava à suspensão: Jogo de buchas Monroe Axios dos braços tensores dianteiros. Pacientemente aguardamos uma semana para a encomenda chegar, agora é só montar com tudo revisado ou substituído.




O que não foi substituído foi inspecionado e pintado.

Finalmente a parte traseira da suspensão foi montada no tempo "recorde" de dois meses. Acho que merecemos ir para o Guiness Book. Os parafusos estão todos no lugar, mas fixados apenas por um pequeno torque, o aperto final será dado com o carro no chão, caso contrário poderão ocorrer danos nas buchas.


A VEZ DA SUSPENSÃO DIANTEIRA


Finalmente partimos para a suspensão dianteira. Eu e o Rapha aproveitamos meu sabadão de folga (na maioria deles eu trabalho) e colocamos todas as peças abaixo. E quantas peças, no mínimo o triplo das traseiras, já que a suspensão traseira do Del Rey é por eixo rígido e a dianteira independente.


No domingo foi a vez de lavar peça a peça e em uma análise preliminar a maioria delas parece estar bem, apesar da alta quilometragem. As pastilhas e discos, por exemplo apresentaram-se intactas, assim como terminais e bandejas. Estudaremos a possibilidade de troca dos terminais, uma vez que tudo está desmontado, já as bandejas certamente serão substituídas e até já foram compradas. Bieletas, braços tensores e borrachas da barra estabilizadora já chegaram no final de sua vida útil e terão que dar lugar a novas. Já deu para perceber que esta reforma com cara de reconstrução de suspensão não ficará barata.



Outro componente que será inspecionado será o par de juntas homocinéticas. Com nosso escasso tempo e finanças a coisa promete demorar uns bons meses. Mas não temos pressa, espero que quem esteja acompanhando este Blog também não!!!!!!






Semi-eixos, já removidos. Foram inspecionados e estão Ok, mas achamos melhor substituir o par de juntas homocinéticas, já que uma delas apresentou folga excessiva. També trocaremos as trizetas, que ficam na outra extremidade do semi-eixo e conecta-se ao câmbio.



Em homenagem aos "arqueólogos" do Ford Del Rey (obviamente este que vos escreve é um deles) segue a foto da referência do semi-eixo original Ford Motorcraft, peça esta feita pela empresa Albarus.




Aqui a foto da "Tulipa". Peça junto ao câmbio que aloja a Trizeta ou Junta Tripóide. Limpa, inspecionada e aprovada.

Fica aqui minha homenagem aos que batizaram essas peças com nomes tão simpáticos e de simples pronúncias.



AS PEÇAS COMEÇAM A IR PARA OS SEUS LUGARES.


Semi-eixo montado já com as novas junta homocinética e trizeta, assim como os terminais de direção trocados por novos.

Aqui com as bandejas superior e inferior.




O cubo da roda instalado, já os novos rolamentos.

INSTALAÇÃO DO CONJUNTO MOLA/AMORTECEDOR DIANTEIRO

A montagem do conjunto mola /amortecedor foi um capítulo à parte. Devido à instalação exigir um dispositivo exclusivo, primeiro recorremos a vários mecânicos, porém a maioria deles não tinha a ferramenta e os que tinham recusaram-se a fazer a instalção em nossa garagem, daí pensamos em adquirir o dispositivo, porém o preço médio de R$330,oo nos motivou a projetar e fazer nós mesmos. Abaixo o meu pai, com sua habilidade de serralheiro dando início à fabricação do dispositivo.






Aqui o dispositivo pronto. Modestia à parte ficou mais bonito do que os que estão à venda na internet o que lhe deu direito ao logo da SYNERGIC.



O dispositivo em ação. Funcionamento perfeito após alguns ajustes.





SISTEMA DE FREIOS

Como dito anteriormente, os únicos componentes susbstituídos do sistema de freios foram os flexíveis que por sí só deram um trabalho à parte pelo simples motivo de não virem acompanhados das respectivas arruelas de vedação. Sua montagem foi feita sem elas (lembrem-se que os mecânicos são amadores) e consequentemente o fluido vazou. Sendo assim os flexíveis tiveram que ser removidos (para isso as pinças tiveram que ser desmontadas) para a instalação das arruelas dos antigos flexíveis, ou seja, por uma mísera economia de "uma arruela" o fabricante nos fez perder horas de trabalho.

IBTF.........Será que custava tanto colocar uma arruelinha dentro de cada saquinho!?!?!?!

Na substituição do fluido de freio, trocamos o antigo fluido DOT 3 pelo DOT4 com maior ponto de ebulição, 230 ºC no lugar de 203ºC, portanto mais resistente à fadiga do sistema.


Na foto abaixo a sangria do sistema, que deve ser feita da roda mais afastada do cilindro mestre (traseira direita) para a mais próxima (dianteira esquerda).



Abaixo o incansável Rapha dando os últimos ajustes.

Note a nova bóia do tanque com retorno (ainda tapado) para a futura instalação do desborbulhador.



Depois de 5 meses e 19 dias na Gargem/Oficina o Del Rey saiu para nos levar ao cinema para assistir o filme "CARROS 2" da Dysney.

Sua suspensão ficou bem firme, mas um incômodo rangido vindo do lado esquerdo traseiro nos fez remover o amortecedor e mola no domingo. Após a remontagem e um bom aperto o problema foi resolvido, agora só falta o toque final: Alinhamento e balanceamento de rodas.

LINHA DE RETORNO

Com o objetivo de evitar o afogamento do motor no momento da partida quando aquecido, instalamos uma linha de retorno de combustível, que originalmente faz parte do motor à gasolina.



A Mangueira preta é saída de combustível e a branca a linha de retorno.



A linha de retorno (branca) segue paralela à linha de alimentação do motor.



A fixação do "desborbulhador" foi feita na parede de fogo, aproveitando um parafuso existente e para isso foi especialmente confeccionado um suporte em chapa galvanizada.

AVISO AOS LEITORES DESTE BLOG

Estamos no site Autoclassic com nossa viagem "Aos Pés das Cordilheira" no link www.autoclassic.com.br/autoclassic2/?p=11402 . Não é nada fácil conseguir um espaço para o Ford Del Rey em um site altamente especializado em antigomobilsmo como este, portanto se você é um admirador do Ford Del Rey, não deixe de registrar seu comentário sobre ele no final da matéria.


Ebook - CONSERVE O SEU DEL REY Meu amigo Kepler acaba de atualizar o seu Ebook "Conseve o Seu Del Rey" com ênfase nos raros modelos Del Rey automáticos. É só baixar o arquivo Free abaixo. http://www.mandamais.com.br/download/8snz1792010222741 Simplesmente "imperdível" para quem gosta do modelo.


REGULAGEM DE VÁLVULAS DO MOTOR CHT 1. Antes de iniciar a regulagem das válvulas, desligue o cabo negativo da bateria e coloque o motor no ponto de ignição. Para isso, alinhe a marcação da polia do virabrequim com o auxílio de uma chave de 19mm, com a marcação do bloco do motor na posição 0º.



2. Nos motores CHT a ordem de explosão é 1-3-4-2. Nesses motores o primeiro cilindro é o que está mais próximo da polia do virabrequim. Dê preferência para a regulagem a frio, onde as regulagens das válvulas de admissão serão de 0,10mm e escapamento 0,15mm e estas medidas serão estabelecidas através de um calibre de lâminas.


3. Comece com a desmontagem do filtro de ar. Retire sua cobertura plástica e elemento filtrante. Desparafuse a sua base do carburador. Então desconecte as mangueiras do sistema de vácuo. Para que não haja erro na hora da remontagem, marque bem a posição de cada uma delas. Feito isso, solte os parafusos da tampa de válvulas e retire-a.


4. Para saber se as válvulas estão fechadas (posição adequada para a regulagem), retire as velas. Com uma chave de 19mm acoplada à polia do virabrequim, gire essa polia bem devagar no sentido horário. Para saber se as válvulas estão fechadas, verifique se o rotor estão apontando para o cabo de vela do cilindro que será feita a regulagem. Coloque a ponta de uma chave de fenda bem fina dentro do orifício da vela para checar se o pistão está na posição mais elevada (ponto morto superior). 5. Com uma chave estrela de 10 mm, solte o parafuso da válvula a ser regulada. Regule gradativamente a folga da válvula com um alicate de bico de acordo com a medida citada no item 2. Passe a lâmina especificada entre a extremidade da válvula e o balancim ( a lâmina deve estar bem justa entre as duas peças). Depois de encontrar o ajuste correto, aperte a contraporca. Feito isso, confira novamente com o calibre a folga. O procedimento para regulagem das outras válvulas é o mesmo. Ao terminar a regulagem das duas válvulas do primeiro cilindro, gire a polia do virabrequim em 180 graus até que as duas válvulas do cilindro seguinte se fechem e repita a operação.



6. Depois de regular todas as válvulas, reponha a tampa de válvulas utilizando uma junta nova para que não vaze óleo. Tome cuidado na hora de apertar os parafusos da tampa. Ela é feita de metal e se empena facilmente. Aperte os parafusos aos poucos, alternadamente em diagonal. Assim que encostarem, dê mais ou menos uma volta a mais até sentir que o aperto foi o suficiente.


7. Recoloque as mangueiras do sistema a vácuo na posição original. Uma ligação errada das mangueiras pode comprometer o carburador ou a válvula Thermac (que capta ar quente transmitido do coletor de escape para facilitar o aquecimento do motor nas partidas em dias frios).


SISTEMA DE ARREFECIMENTO


Um problema crônico que costuma ocorrer nos veículos com sistema de refrigeração líquida é o seu superaquecimento provocado muitas vezes pelo acúmulo de sujeira do sistema. Com pouca mão de obra é possível fazer todo o serviço de limpeza em casa mesmo, bastando para isso algumas poucas ferramentas e alguma aptidão mecânica, especialmente no caso de automóveis de mecânica simples como são as dos Del Rey com motor CHT. Abaixo segue um passo a passo: 1. Certifique-se de que o motor está frio. 2. Remova a tampa do reservatório de expansão. 3. Solte as mangueiras inferior e superior do radiador.


4. Remova a tampa do radiador (troque-a caso perceba que a junta de borracha apresente danos). 5. Verifique o estado da válvula termostática que encontra-se no interior da extremidade da mangueira de entrada de água do motor (vale a pena trocá-la por prevenção). 6. Adicione água sob pressão (torneira) na entrada do radiador e entrada de água do motor. 7. Reconecte tudo outra vez e complete o sistema com água e aditivo especial para remoção de encrustrações. 8. Utilize o carro com esta mistura por aproximadamente sete dias. 9. Esgote todo o sistema repetindo a seqüência anterior. 10. Desta vez, remova também o vaso de expansão e lave-o. Uma mistura de água, detergente e areia ou pedrinhas ajuda na remoção da sujeira.


11. Monte todo o sistema.

12. Misture água destilada e aditivo para radiador (etilenoglicol) na proporção indicada pelo fabricante do veículo no manual do proprietário (geralmente 60% água e 40% aditivo).



Por que utilizar água destilada? O que deve-se entender por “ÁGUA” neste caso?Devemos entender por água o componente H²O. A água que encontramos na torneira, tem diversos componentes como flúor e cloro. A água mineral também não é pura e muitas marcas são até radioativas. Então a água que deve ser usada nos carros é a “água deionizada” conhecida nas oficinas como “água de bateria”, pois a água de bateria possui características não corrosivas, além de ser livre de minerais, ideal para o contato com as partes metálicas do motor. Ela é facilmente encontrada em lojas de auto peças ou postos de gasolina a um preço bastante acessível. Por que utilizar aditivo de radiador?



Os aditivos a base de etilenoglicol tem a função de aumentar o ponto de ebulição da água além de ter uma ação detergente e fazer constantemente a limpeza do sistema, mantendo partículas em suspensão que serão eliminadas a cada troca do fluido. Por isso algumas pessoas acreditam que aditivos podem provocar vazamentos, uma vez que eles retiram a sujeira acumulada que pode estar impedindo vazamentos já existentes. Portanto, se seu carro começou a perder água do sistema depois da aditivação é porque o vazamento já estava lá.




DEL REY DE SAPATO NOVO




Depois de surpreendentes 98.000Km!!!!!!!!!!!!!!! os Pirelli P400 foram substituídos por outros Pirelli, só que agora pelo modelo P4, já que o fabricante promete melhor comportamento desses em caso de "aquapanagem" (fenômeno que faz com que o carro deslise perigosamente sobre um filme de água na pista). Curioso notar a diferença de desgaste entre os dois pneus da foto. O de baixo está bem mais gasto. Mais curioso ainda é que descobri que os mesmos, apesar de serem da mesma marca e modelo, foram fabricados em fábricas diferentes, o de baixo é brasileiro e o se cima é argentino. Esta informação pode ser observada em um código impresso no pneu (além da unidade fabricante outros dados, como data de fabricação) que pode ser decifrado através desta informação no site do fabricante. Vale a pena observar isso antes de permitir que os novos sejam instalados, já que podem apresentar (e apresentaram) diferenças de performance e desgaste. Agora é torcer para que os novos durem tanto quanto os do outro jogo.



REFAZENDO OS FREIOS


Já era hora, aos 368.852Km. Os sintomas começaram a aparecer através de uma trepidação do pedal de freio durante seu acionamento. Sinal de que os discos estavam empenados. Como a última troca completa do sistema foi a uns bons 80.000Km atrás, já sabia que na desmontagem diversas peças precisariam ser substituídas. E foram: Discos, pastilhas, cilindros de roda, lonas, kit de molas e óleo. Para uma revisão completa destas, no caso do Del Rey que é um carro simples e ainda com peças baratas, prepare-se para gastar em torno de R$500, entre peças e mão de obra. Para os corajosos, a seguir algumas dicas para substituição de pastilhas e fluido.



CONJUNTO DE MOLAS DO FREIO TRASEIRO



















Um estranho barulho metálico surgiu quando o Del Rey andava, aí a preocupação aumentou. Ao ser removida a roda traseira direita achamos a responsável, a primeira mola da direita para a esquerda estava quebrada. Essas molas são responsáveis pelo acionamento das sapatas traseiras. O kit é baratinho, R$6,00, como é de costume, aproveitei e comprei mais um que vai para a mala de primeiros socorros.


TROCA DE PASTILHA E FLUIDO DE FREIO


1) Calse as rodas do carro, levente-o e retire as rodas dianteiras, observe o conjunto de disco e pinça de freio.


2) Retire a tampa do reservatário do fluido de freio e tampe com um pano. Uma vez que na movimentação das pinças, quando se retiram as pastilhas, pode espirrar um pouco de fluido para fora. Não deixe cair fluido de freio na pintura, pois é corrosivo.


3) Em alguns casos, a fixação das pastilhas dentro da pinça de freio pode ser feita por pinos. Estes pinos seguram as pastilhas dentro da pinça. Para retirá-los, use um pequeno martelo. Antes, porém, observe a existência de algum arame, ou outro elemento de fixação que pode estar preso aos pinos. Estes elementos de fixação podem ser removidos usando uma pequena chave de fenda. Veja a posição ideal para liberar os pinos, que deve ser no sentido do seu lado mais fino para o mais grosso. Retire a mola em cruz que dá pressão às pastilhas.


4) Com isso, as pastilhas podem ser retiradas com as mãos ou com auxilio de alicate. Com as pastilhas já retiradas, aproveite para limpar a parte interior da pinça de freio, removendo o pó acumulado. Use um pincel ou mesmo jatos de ar comprimido. Evite aspirar esta fuligem.


5) Com tudo limpo, observe o estado das peças em geral e sobretudo do disco de freio. Muitas vezes, principalmente quando a troca de pastilhas foi muito adiada, o disco de freio pode ter sofrido um desgaste acentuado. Observam-se entâo, riscos acentuados ou até mesmo empenamento, que só poderão ser resolvidos através de uma retifica, ou em casos extremos, até mesmo sua troca completa. A retifica poderá ser feita em casas de autopeças que dispõe de equipamento apropriado.


6) Como as pastilhas novas tem maior espessura, é preciso recuar o(s) pistão(ões) da pinça, usando uma chave de fenda grande. Introduza a chave de fenda no interior da pinça e faça uma "alavanca" entre a pinça e o pistão. Um pouco de força e o pistão já está recuado, deixando espaço para as novas pastilhas.


7) Antes, porém, é aconselhável limpar as bordas da pastilha nova, para facilitar sua movimentação dentro da pinça. Isso também evita ruídos e diminui o tempo de assentamento da pastilha e do disco. Monte as pastilhas, coloque os pinos, molas e os grampos. Em caso de dúvida na montagem, pode se observar a roda oposta (que ainda não foi desmontada).

8) Em alguns tipos de freio, principalmente em carros mais atuais, a pinça de freio pode ser do tipo flutuante. Sua manutenção é muito fácil. A pinça, neste caso, é constituída por duas partes; um corpo fixo preso à suspensão, que serve de sustentação para a parte móvel. Esta, por sua vez, contém as pastilhas de freio e o(s) pistão(ões), que, por serem móveis, comprimem as pastilhas contra o disco de freio.


9) Para desmontá-la observe sua fixação e construção. Em geral existem dois grandes parafusos (em geral de 15 a 19 mm) que prendem todo o conjunto a suspensão e dois parafusos menores (que podem ser de pequenas dimensões, tipo 10, 13 mm ou mesmo allen). Estes pequenos parafusos prendem a parte móvel com a fixa, unindo as duas partes da pinça.


10) Antes de retirar a parte móvel da pinça (soltando os parafusos pequenos), observe a existência de algum tipo de trava. Arame, grampos e outros tipos devem ser removidos usando uma pequena chave de fenda. Retire os parafusos, puxe a parte móvel da pinça (pode-se dar leves pancadas com o cabo de um martelo) e retire as pastilhas. Depois de limar as bordas da pastilha nova, é preciso recuar o(s) pistão(ões). Para isso, prenda novamente a parte móvel da pinça (sem pastilhas), introduza um chave de fenda grande e recue o(s) pistão (ões). Retire novamente a parte móvel, introduza as pastilhas novas e remonte tudo. Não esqueça das travas, grampos ou arames (se tiver).


11) Agora, aproveite para trocar o fluido de freio. Leia com atenção o manual do proprietário e observe a periodicidade da troca. Em geral, deve-se trocar o fluido de freio a cada ano, ou 10.000 km. Escolha marcas conhecidas, ou as recomendadas pela montadora do seu automóvel. Não faça economia e, de preferência, escolha fluidos de classificação Dot 3 ou Dot 4. Em especial, pode-se encontrar algum fluido de freio com denominação Dot 5, importado.


12) Comece o serviço pela roda mais distante do cilindro mestre, em geral a traseira direita. Coloque uma pequena mangueira no bico do sangrador e abra-o (soltando-o), usando uma chave de boca de pequena dimensão (de 8 mm, geralmente). Peça para um ajudante ir bombeando o pedal de freio, enquanto o reservatório do cilindro mestre deverá ser abastecido com fluido novo. O término desta operação será caracterizada quando, pela mangueira ligada ao sangrador, sair fluido novo, ou seja, fluido de cor mais clara. O fluido de freio velho tem cor escura.


13) Depois que o circuito já estiver lavado (saindo fluido de freio novo), feche o sangrador, peça para o ajudante bombear o pedal e, depois, segurá-lo acionado. Então abra o bico sangrador. Refaça esta operação (bombear o pedal com o sangrador fechado, segurar o pedal pressionado até o fundo, abrir e fechar o sangrador), até que não existam mais sinais de bolhas de ar. Cuidado, pois o sangrador é uma peça frágil e que pode se romper quando muito apertada. Refaça esta lavagem-sangria em todas as rodas restantes, sempre partindo da roda mais distante até a mais próxima em relação ao cilindro mestre. Atenção especial às pinças de freio duplas, inexistentes em carros nacionais, mas comum em importados, principalmente nos esportivos. A pinça de freio dupla apresenta dois sangradores, já que na prática são duas pinças em um único corpo. Neste caso é preciso fazer sangramento nas duas faces da pinça, abrindo os dois bicos sangradores. Pronto, basta agora uma periódica revisão, a cada 5.000 km, e cuidado com as primeiras freadas, já que as novas pastilhas ainda não estão devidamente assentadas ao disco, seja ele novo ou mesmo retificado.


MOTOR FORA

















Decorrente de um incômodo vazamento de óleo de câmbio o motor teve que sair do lugar, poderia ter sido o câmbio. O motivo do vazamento era o retentor do eixo piloto, aquele laranginha perto da chave de fenda que aparece na foto.



MOTOR LIMPO

















Depois de instalado e limpo ninguém diz que saiu daí. É recomendável que se mantenha ele limpo, que além de ficar bonito, fica mais fácil de identificar possíveis vazamentos de óleo e evita superaquecimento. Só tomo o cuidado de tampar com sacos plásticos o distribuidor e alternador para não infiltrar água, nos carros com injeção eletrônica já é mais complicado, só na base de pincelzinho.


CAIXA DE DIREÇÃO



















Longo capítulo na história do DR, foram trocadas buchas que não resolveram o "jogo", foi colocada uma nova de procedência nacional da marca Tecmecanic que fez com que a direção ficasse duríssima e enfim foi instalada uma argentina da marca Ferreiros Y Vilela que resolveu de vez o problema um pouco antes da viagem para o Pantanal. Sempre opto e recomendo peças originais, mas só foi possível localizar marcas paralelas. A original usada está bem guardada esperando achar um bom profissional que a recondicione.



CIRCUITO DA LANTERNA TRASEIRA


















Resultado de alguns anos de infiltração de água. Foi substituída por uma usada até a localização de um par de novas.


LONGARINA PEDE SOCORRO


















A água acumulou-se na chapa inferior da longarina esquerda e a ferrugem tomou conta, natural para um carro com 20 anos de uso intenso. Felizmente a estrutura dela estava boa (a viga "U"), mesmo assim requer cuidados.


LONGARINA REFORÇADA


















Foi substituída a chapa inferior e bem reforçada com a solda MIG/MAG, ver fotoblog sobhttp://synergic.fotoblog.uol.com.br/ , já a solda oxiacetilênica, muito utilizada por funileiros deve ser evitada nesta caso sob risco de enfraquecimento e oxidação precoce. Após o serviço de reforço foi realizado um alinhamento técnico, que nada mais é que o acerto na geometria das longarinas ( meu carro não estava dando cambagem por conta disto), e um posterior alinhamento de direção. Ficou bom? Parece que sim, mais alguns quilometros dirão.


BORRACHAS DA BARRA ESTABILIZADORA


















O Kit com o par foi adquirido por R$10,00 e sua troca é extremamente simples. Vale a pena sua substituição durante uma revisão de componentes da suspensão.


BRAÇO TENSOR

















Esta peça simplesmente fixa a bandeja de suspensão dianteira ao monobloco do veículo, portanto, em caso de seu rompimento o risco de perder o controle do veículo é eminente.


Por duas vezes isso aconteceu comigo, sendo que em uma delas o carro estava com lotação mais do que total, eu e minha esposa na frente e meus dois filhos e meus dois sobrinhos atrás. Por sorte consegui controlar o carro em uma curva e já estava perto de casa. Na segunda vez estava em Ilhabela - SP e eu mesmo tive que trocar a bendita peça no jardim da casa que estava à custa de algumas gotas de sangue cobradas pelos hospitaleiros borrachudos que existem na Ilha. Felizmente a localização da peça foi possível, mas para não contar com a sorte da próxima vez, já ando com duas de reserva no prota-malas.

















Suspensão limpa e com o braço tensor substituído.


MANGUEIRA DE AQUECIMENTO DO COLETOR


















Já que meu carro é à álcool, ele possui uma mangueira de aquecimento do coletor que apresentava-se "inchada". Preventivamente ela foi substituída, já que a possibilidade de rompimento nesses casos é uma questão de tempo.


TAMPÃO DO AR QUENTE



















Um estranho vazamento de água foi identificado através de uma poça de água na garagem. O motivo depois de uma investigação foi o tampão do sistema de ar quente que é inexistente em meu carro. O problema foi solucionado com uma peça de R$3,00.



E O CÂMBIO RONCOU







Um estranho barulho metálico começou a surgir primeiramente em terceira marcha e algum tempo depois passando a surgir em quarta e quinta. Desmontamos o câmbio todo e descobrimos a causa: O rolamento do pinhão havia chegado ao fim de sua vida útil.

104 comentários:

Flávio disse...

Como faço para regular o carburador DEL REY 84 alcool? Quero deixa-lo mais econômico possível!

CORONADO disse...

Flávio, o que posso k]lhe recomendar é mantê-lo regulado na condição mais próxima do original, naõ só quanto à carburação, mas o ponto de igniçãom condições de velas cabos, etc. Para isso, se não possui habilidades mecânicas é bom contar com um mecânico de confiânça, que no caso dos DelRey ñ é difícil, devido à sua simplicidade. Um abç e boa sorte.

Anônimo disse...

Olá, tenho um gol cht 94 gasolina cht que vem apresentando dificuldades em partida a frio e falhas frequentes.Já troquei tudo que poderia acarretar o problema e nada.´Poderia ser válvulas desreguladas?
Obrigado.

jeff disse...

COLEGA, TENHO UM GOL CHT 1000, QUE ESTOU FAZENDO O MOTOR, RETIFIQUEI CABEÇOTE, COLOQUEI CAMISAS E PISTAO DO 1.6, BOMBA DE OLEO, ETC, MONTEI O MOTOR COM A AJUDA DE MEU IRMÃO QUE TEM NOÇÃO DE MECANICA, AGORA ESTAMOS "PERDIDOS"NA REGULAGEM DE VALVULAS, ATÉ QUE ENCONTREI SEU BLOG, QUE ACHO O MAIS ESCLARECEDOR NESTE SENTIDO, PORÉM TENHO UMAS DUVIDAS, SERA QUE PODE ME AJUDAR?
1-QUANDO VOCE EXPLICA PARA PASSAR PARA O OUTRO CILINDRO, APOS MEXER NO PRIMEIRO(NUMERO UM), QUE SERIA O MAIS PROXIMO DA POLIA DO VIRABREQUIM, MECHO NO PROXIMO(O DA SEQUENCIA, OU SERIA O NÚMERO DOIS)
2-APOS MECHER NESTES DOIS PRIMEIROS, VIRO 180 GRAUS NA POLIA, REGULANDO OS OUTROS DOIS, OU SEJA,SEM GIRAR 18O NOVAMENTE.
OUTRO PROBLEMA, DESMONTEI O CABEÇOTE E A CAMISA, SEM MECHER NO DISTRIBUIDOR E COMANDO, QUANDO COLOCO NO PONTO ZERO A POLIA CITADA, O PRIMEIRO E ULTIMO CILINDRO FICAM ENCIMA, O DOIS ABAIXO, MAS O CACHIMBO(O PONTO MAIS FINO MIRA PARA O TERCEIRO), COMO ENTÃO COMEÇAR A REGULAGEM DE VALVULAS, POR FAVOR AJUDE-ME..
EMAIL: HAUSERMORO@YAHOO.COM.BR
MUITO OBRIGADO

jeff disse...

COLEGA, TENHO UM GOL CHT 1000, QUE ESTOU FAZENDO O MOTOR, RETIFIQUEI CABEÇOTE, COLOQUEI CAMISAS E PISTAO DO 1.6, BOMBA DE OLEO, ETC, MONTEI O MOTOR COM A AJUDA DE MEU IRMÃO QUE TEM NOÇÃO DE MECANICA, AGORA ESTAMOS "PERDIDOS"NA REGULAGEM DE VALVULAS, ATÉ QUE ENCONTREI SEU BLOG, QUE ACHO O MAIS ESCLARECEDOR NESTE SENTIDO, PORÉM TENHO UMAS DUVIDAS, SERA QUE PODE ME AJUDAR?
1-QUANDO VOCE EXPLICA PARA PASSAR PARA O OUTRO CILINDRO, APOS MEXER NO PRIMEIRO(NUMERO UM), QUE SERIA O MAIS PROXIMO DA POLIA DO VIRABREQUIM, MECHO NO PROXIMO(O DA SEQUENCIA, OU SERIA O NÚMERO DOIS)
2-APOS MECHER NESTES DOIS PRIMEIROS, VIRO 180 GRAUS NA POLIA, REGULANDO OS OUTROS DOIS, OU SEJA,SEM GIRAR 18O NOVAMENTE.
OUTRO PROBLEMA, DESMONTEI O CABEÇOTE E A CAMISA, SEM MECHER NO DISTRIBUIDOR E COMANDO, QUANDO COLOCO NO PONTO ZERO A POLIA CITADA, O PRIMEIRO E ULTIMO CILINDRO FICAM ENCIMA, O DOIS ABAIXO, MAS O CACHIMBO(O PONTO MAIS FINO MIRA PARA O TERCEIRO), COMO ENTÃO COMEÇAR A REGULAGEM DE VALVULAS, POR FAVOR AJUDE-ME..
EMAIL: HAUSERMORO@YAHOO.COM.BR
MUITO OBRIGADO

Anônimo disse...

COLEGA, TENHO UM GOL CHT 1000, QUE ESTOU FAZENDO O MOTOR, RETIFIQUEI CABEÇOTE, COLOQUEI CAMISAS E PISTAO DO 1.6, BOMBA DE OLEO, ETC, MONTEI O MOTOR COM A AJUDA DE MEU IRMÃO QUE TEM NOÇÃO DE MECANICA, AGORA ESTAMOS "PERDIDOS"NA REGULAGEM DE VALVULAS, ATÉ QUE ENCONTREI SEU BLOG, QUE ACHO O MAIS ESCLARECEDOR NESTE SENTIDO, PORÉM TENHO UMAS DUVIDAS, SERA QUE PODE ME AJUDAR?
1-QUANDO VOCE EXPLICA PARA PASSAR PARA O OUTRO CILINDRO, APOS MEXER NO PRIMEIRO(NUMERO UM), QUE SERIA O MAIS PROXIMO DA POLIA DO VIRABREQUIM, MECHO NO PROXIMO(O DA SEQUENCIA, OU SERIA O NÚMERO DOIS)
2-APOS MECHER NESTES DOIS PRIMEIROS, VIRO 180 GRAUS NA POLIA, REGULANDO OS OUTROS DOIS, OU SEJA,SEM GIRAR 18O NOVAMENTE.
OUTRO PROBLEMA, DESMONTEI O CABEÇOTE E A CAMISA, SEM MECHER NO DISTRIBUIDOR E COMANDO, QUANDO COLOCO NO PONTO ZERO A POLIA CITADA, O PRIMEIRO E ULTIMO CILINDRO FICAM ENCIMA, O DOIS ABAIXO, MAS O CACHIMBO(O PONTO MAIS FINO MIRA PARA O TERCEIRO), COMO ENTÃO COMEÇAR A REGULAGEM DE VALVULAS, POR FAVOR AJUDE-ME..
EMAIL: HAUSERMORO@YAHOO.COM.BR
MUITO OBRIGADO

Girelli disse...

Tenho Del Rey há muito tempo, já tive 2 simultaneamente.
Rendo minhas homenagens ao seu cuidado com o carro e a generosidade em dividir com todos os seus conhecimentos na manutenção, inclusive com o cuidado de apresentar fotos.
Meus cumprimentos.
Carlos Magno
Vitória - ES

Girelli disse...

Como faço para destravar o freio traseiro do Del Rey numa situação de emergência (para prosseguir até obter socorro em oficina).
Trata-se de um Del Rey Ghia 1989.
Por duas vezes já ocorreu esse travamento a ponto de ferver água que encostava na roda.
Agradeço a atenção.
Carlos Magno

Coronado disse...

Olá, Carlos.
A questão é não deixar o cabo do freio de estacionamento muito esticado. Ao adicionar peso, ele estica e trava o sistema. Se travar, tente soltar o cabo. Caso não consiga, só mesme retirando o tambor para desarmar o sistema.

Paraguai disse...

Bom dia CORONADO gostei muito de suas explicações na manutenção do DelRey tenho um 82 recentemente fiz um cursinho no senai mais é muito rapido não da para acimilar muito não. Voce esta de parabens desvendando as dificuldades dos leigos thau fique com Deus...........

Davi disse...

Caro coronado... gostei muito da manutenção da suspensão do del rey ! Vocês capricharam demais ! agora pode zerar ca quilometragem dele que ninguem irá questionar !! rsrs ,, mas como vc mecheu na caixa tbm , a um mes atrás, tive problemas com meu câmbio também.. Estava em meio a uma subida o eixo quebrou junto com a engrenagem da terceira .. ai ,mandei arrumar, só que, coloquei o eixo e a engrenagem , ambos recondicionados... e desde então, minha primeira quarta e quinta zoam um pouco , mas a terceira,, está zuando muito !! posso dizer que ela grita !! parece barulho de rolamento , nao sei o que é,, o que pode ser ? será que as peças recondicionadas que coloquei , estão ruins ?

CORONADO disse...

Paraguai e Davi. Obrigado pelos elogios, sem dúvida eles nos motivam cada vez mais.
Davi, pode ser o rolamento do eixo piloto. Como poderá observar no Blog tb o subistitui e sua descrição coincide com o que ocorreu c/o meu. Se ainda está no prazo de garantia vale a reclamação. A questão é se ñ adiquiriu as pçs c/quem as instalou.
Abçs aos dois.

CORONADO disse...

Retificando, não o rolamento do eixo piloto e sim o do "pinhão".

Davi disse...

pois é.. obrigado pela dica.. mas eu fui cair na besteira de comprar as paças recondicionadas .. então.. vou ter que comprar novo e colocar,, é aquele dito né.. o barato sai caro !

Adriano disse...

Você hem! sempre correndo na frente! ficou ótimo a suspenssão toda novinha! o meu está tudo no mesmo caminho do teu! Rolamento do pinhão suspenção e etc..! Valeu Mestre Coronado!

Anônimo disse...

Seu Blog é simplesmante MARAVILHOSO
Sou propirtário de um Escort GL 86 CHT acho este motor incrivel quero comprar um Del Rey ou uma Belina Ghia do mesmo ano tenho um blog na net sobre carros antigos gostaria que voce desse uma olhada carrosnosangue.spaceblog.com.br

CORONADO disse...

Fico contente por gostado do meu Blog. Já visitei o seu e até peguei algumas dicas sobre cilindro de freio com o vídeo da TRW. Parabéns e grd abç.

Anônimo disse...

Caro CORONADO

Estive fuçando em seu Blog e achei muito legal a iniciativa ( e a coragem).

Estou restaurando meu Corcel 83 e já mandei o motor para a retífica e desmontei o cambio para dar uma geral.Daí me surgiu uma dúvida: tenho que trocar o rolamento do Pinhão mas a pista interna dele não sai facilmente.Como você retirou a pista desse rolamento ? Na prensa ? tenho medo de quebrar a engrenagem ..

se puder responder no elitecustoms@elitecustoms.com.br agradeço..

Abraço

Daniel

Marco Moro disse...

Coronado...

Boa noite...

parabens pela sua iniciativa, pelo carrão, viagem e blog.

Tenho 23 anos e sempre fui fanatico por Del Rey, meu pai teve 2, e agora a 20 dias atrás eu comprei o meu, GL alcool 1,6 1987. Está inteirão, e pretendo aos poucos deixa-lo zero bala mesmo!

Tenho uma pergunta, verifiquei que existe 3 valvulas(sensores) no motor, gostaria de saber para que serve cada uma delas, na realidade a curiosidade surgio 1º pelo não funcionamento do marcador de temperatura no painel, e 2º o funcionamento constante da ventuinha.

se poder me ajudar, ficarei muito grato,

... e desde já agradeço pelo blog, que já está como favorito no meu navegador.

Abração.

Marco Antonio.

até mais,

Marco Moro disse...

Coronado...

Boa noite...

parabens pela sua iniciativa, pelo carrão, viagem e blog.

Tenho 23 anos e sempre fui fanatico por Del Rey, meu pai teve 2, e agora a 20 dias atrás eu comprei o meu, GL alcool 1,6 1987. Está inteirão, e pretendo aos poucos deixa-lo zero bala mesmo!

Tenho uma pergunta, verifiquei que existe 3 valvulas(sensores) no motor, gostaria de saber para que serve cada uma delas, na realidade a curiosidade surgio 1º pelo não funcionamento do marcador de temperatura no painel, e 2º o funcionamento constante da ventuinha.

se poder me ajudar, ficarei muito grato,

... e desde já agradeço pelo blog, que já está como favorito no meu navegador.

Abração.

Marco Antonio.

até mais,

CORONADO disse...

Obrigado, Marco.
O primeiro sensor (grande) atrás do motor é o "cebolão" e comanda o acionamento da ventuinha. Para testar seu funcionamento, desligue o carro após o motor aquecido e ligue a ignição sem ligar o motor, vc deverá ouvir um barulho q.indica q.o sistema está armado. Verifique tb se o mesmo ruido ocorre "jampeando" (encostando) os dois terminais, isto indicará q.a fiação está em ordem. Se o ruido ñ ocorrer c/o "cebolão" este deverá ser substiuido, sem ele é a fiação, aí o trabalho é p/um bom esletricista.
O outro sensor é o do cabeçote e serve p/medir a temp.do motor. Este comanda o termômetro do painel. O terceiro q;v se refere deve ser o da parte inferior do motor e é a "cebolinha" do óleo, ele relaciona a temp.do lubrificante c/queda de pressão. Mais quente / menos pressão / menos óleo.
Grd abç e cuide bem de sua máquina, afinal o seu deve ter encontrado c/o meu na linha de prod.-mesmo ano/modelo.

Marco Moro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marco Moro disse...

com ctza eles se esbarraram!!!

Cara deu pra entender certinho... brigadão!!! ja fui verificar junto com o eletricista e realmente, fizemos o teste e o sensor que mede a temperatura do motor não funciona mesmo, por isso nao esta saindo o ponteiro do lugar. vou trocar na segunda feira e aproveitar para dar uma olhada no sistema de arrefecimento... com o carro quente parei em um posto hoje, e a agua do reservatorio estava fria, estou achando que não está cirulando como deveria, talvez seja problema na outra cebolinha tbm, vou dar um aolhada.

mais uma vez obrigado cara... estarei acompanhando seu blog. abração!!!

Marco Moro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marco Moro disse...

ah... por sinal... sabe de algum lugar onde eu possa comprar boas peças para o del rey? no caso o sensor, percebi que é meio complicado de achar por ai, só achei pela net. se souber de algum lugar de confiança.

sou de SP tbm.

abração

Anônimo disse...

Bom dia, sou mechanico, gosto de aprender, ja desmontei um cambio de fusca sem mecher do miolo, so regulei o garfinho da ré, fora as muitas coisas mais faceis, gostaria saber sobre a parte superior do motor CHT,1.6 alcool, Del Rey ano 86, já desomontei, foi retificado o cabeçote, novamente porque começou a misturar oléo com agua, comprei o jogo de juntas, Toronto, ja verifiquei o radiador, so não mexi da bomba d'agua, e preciso montar tudo, se preciso usar silicone nas juntas, obrigado vicente.

CORONADO disse...

Olá, Vicente. Não há necessidade de utilizar nenhum tipo de adesivo na troca da junta de cabeço. Só não esqueça que a fixação deve ser cruzada e de dentro para fora.
Frt abç.

Anônimo disse...

Coronado, troquei a junta do cabeçote conforme instruçoes, regulei comando de valvulas, e limpei a bomba d'agua,embora esta vazando,no eixo atras da polia,bem dai o carro nao quer pegar, e esta dando uns estouros, oque pode ser? obrigado boa noite,Vicente.

CORONADO disse...

Vicente, vc deve ter invertido os cabos de vela. Instale-os conforme a ordem de ignição.

Anônimo disse...

Coronado, obrigado pela informaçao da ordem 1.3.4.2 e o sentido do rotor estava invertido, depois que retornei à posiçâo ficou na direção correta, preciso agora saber como trocar as buchas da bandeija que não consegui tirar, mais uma vez obrigado, Vicente.

Vicente de Paula disse...

Nao consegui, receber a ultima postagem, mas agradeço,e pergunto como tirar o cambio e fazer a manutenção, pois hora engata ou não engata e a primeira marcha esta escapando, obrigado, Vicente, boa noite.

Anônimo disse...

Excelente seu Blog!
PARABÉNS!
Estou com problemas de aquecimento na água do radiador. O radiador já foi limpo, água trocada e colocado um fluído para evitar água ferver, etc. Mas, ainda continua a aquecer. O motor é CHT 1.6 Álcool, Del Rey, ano 84.
Podes dar umas dicas ?
Obrigado,
Ricardo

CORONADO disse...

Vicente, toda vez q.precisei retirar e fazer manutenção no câmbio procurei mão de obra especializada, por reconhecer a complexidade do sistema.
Ricardo, em grande parte das vezes q.o CHT ferve tem a ver com o funcionamento da ventoinha e seu acionamento é determinado por um rele térmico com=nhecido por "celolão". Ele é posicionado atrás do cabeçote e possui terminias. Verifique se eles estão adequadamente ligados, diversas vezes o meu ferveu por isso. Na dúvida troque a pç, ela é bem barata. Verifique tb a válvula termostática, ela fica dentro da mangueira de saída do radiador, tb é barata e vale a pena sua substituição.
Por último as condições do cabeçote, se estiver empenado tb o carro vai ferver, aí prepare o bolso pq é caro. Mas sejamos otimistas, e vamos usar o método dos pobres, rsssss, checando o q.é mais barato.
Neste mesmo tópico tem um procedimento relacionado ao arrefecimento.
Fico feliz por ter gostado do meu Blog. Grd abç.

marco chagass disse...

boa tarde eu tenho um del rey motor cht 1.6 alcool toda vez que troco o seu oleo ele fica juntando uma bora branca na tampa onde bota o oleo e as vezes a vareta fica meia leitosa tbm já mandei abri o cabeçote duas vezes achando que tinha passado agua para o motor mais isso só acontece quando o oleo e novo quando eu misturo gasolina no alcool isso diminui ou para totalmente o mecanico mais recente que arumei disse que e normal compretar agual duas fezse na semana gostaria de uma ajuda

Coronado disse...

Olá Marco. Todos os indícios que citou levam a crer que o líquido do radiador está se misturando com o lubrificante, devido à sua passagem das galerias de refrigeração para as de lubrificação. Não vejo relação com a mistura de gasolina ou a falta dela, afinal seu carro foi projetado para funcionar apenas com álcool e definitivamente não é normal a reposição de água do sistema de refrigeração em um período tão curto como uma semana, a água só pode estar vazando ou se misturando ao óleo. Abç e boa sorte.

Wava disse...

Ola,Coronado gostaria de saber com sua experiencia em Del Rey.
seguinte ligo o meu Del Rey 87 tranquilamente mais eu rodo e o motor esquenta a luz do painel começa acender conforme esquenta o motor. se eu forço o motor ele pisca mais não acende totalmente alem começa a fazer um barulho batento, coisa que não ocorre quando motor ta frio.
Agradeço se você esclarecer essa duvida.
Obrigado

CORONADO disse...

Olá, Wava. Desculpe pela demora, sabe como é final de ano......
Bem, eu começaria c/uma revisão completa do sistema, incluindo algumas trocas de componentes como válvula termostática e cebolão. São pças baratas e portanto viáveis de serem substituídas neste tipo de caso. Tb vale uma limpeza de radiador c/a reposição do aditivo (neste mesmo tópico do Blog há uma matéiraa respeito). Caso o problema persista, pode ser cabeçote, mas acho q.compensa verificar estes ítens antes. Grd abç e boa sorte.

Anônimo disse...

parabens pelo carro
liquido penetrante é trabalho feio na mantenção de aeronaves na embraer aonde eu trabalho
fazer esse serviço no carro mostra que você realmente queria deixar o carro novo
você esta de parabens

CORONADO disse...

Obrigado, colega. Ter este registro em meu Blog de um funcionário da Embraer me deixa muito lisonjeado. Seja sempre bem vindo em seus comentários.

eduardo disse...

O primeiro cilindro na verdade é o ultimo ,pois este motor é uma evolução do renault . E não seria mais facil regular as valvulas em sequençia?1,2,3,5 e depois dar uma volta completa no virabriquim e fazer a ordem inversa a partir do quarto cilindro, este perto da polia?

fabiomatos03@hotmail .com disse...

ola amigo boa noite; tnho um corcel 2 ano 83 tem muita folga na tulipa troquei os pinos mas afolga continua é possivel ter folga na tulipa oué no cambio espero que me ajude

fabiomatos03@hotmail .com disse...

ola amigo CORONADO TENHO UM CORCEL ANO 83 E VI QUE TEM MUITA FOLGA NA TULIPA TROQUEI OS PINOS MAS AFOLGA CONTINUA A MINHA DUVIDA É.. PODE CRIAR FOLGANA TULIPA.. OBRIGADO

CORONADO disse...

Olá, Fábio. Normalmente a folga é entre a tulipa e a trizeta, aí a solução é a substituição da trizeta que não é um ítem tão caro, sugiro que verifique isso.

fabiomatos03@hotmail .com disse...

muito obrigado meu amigo realmente afolga estava entre esses dois itens troquei tenho um carro com uma saida normauu antes até dava soco valeu mesmmo um abraçoo ...

fabiomatos03@hotmail .com disse...

OLA MEU AMIGO TROQUEI AS TRIZETAS E TULIPA RESOVI O PROBLEMA OBS AS TULIPAS TAMBEM TAVAM DESGASTADAS MAIS VALEU UM FORTE ABRAÇO

CORONADO disse...

Fico feliz por ter ajudado.Abç

Guilherme disse...

olá coronado! sempre achei interessante o câmbio automatico,achei um anuncio de um del rey com cambio automatico e me interessou a ponto de fazer negocio, o sr com auto conhecimento nesse carro, conheçe o modelo auto. tem alguma sugestão, ou sabe de algum a venda de boa procedencia? peças para o cambio achei no mercadolivre. abraço.

Guilherme disse...

learfu

Guilherme disse...

olá coronado! sempre achei interessante o câmbio automatico, achei alguns anuncios de del rey automatico pra vender, o sr com grande conhecimento nesse veiculo poderia me dar alguma sugestão, dica... se vale a pena adquirir o modelo auto. peças para o câmio encontrei no mercado livre. abraço.

CORONADO disse...

Olá, Guilherme. O câmbio automático dos Del Rey era o mais moderno de sua época e um dos poucos com comando eletrônico. Já houvi muitos proprietários dizerem q.o ruído do motor acima de 90Km/h incomoda um pouco devido a só ter 3 marchas. Também adoraria ter um, mas a oferta de peças é restrita e há os que usem a máxima "quebrou acabou", mas acredito que ñ há nada q.uma garimpagem ñ possa resolver.Aliás, a idéia é q.isso faça parte da diversão.

Marco Moro disse...

Olá Coronado... ja postei aqui outras vez... legal ver q vc ainda está na ativa com o carro e com o blog... Meu DelRey está espirrando nao sempre e nem muito, mas está espirrando oleo no carburador pela aquela mangueirinha q é ligada no cabeçote... isso começou a acontecer depois q troquei a tampinho do cabeçote, pois a antiga estava com um buraco na borrachinha (q entao devia ser proposital) pois por ali saía oleo... enfim... tem alguma dica para me dar para eu dar uma olhada no cabeçote? eh normal subir oleo?, nunca fiz isso! Abração!!!!

CORONADO disse...

Olá, Marco. Bom também saber que vocês continuam frequentando meu Blog.
Provavelmente os vedadores de suas válvulas estão permitindo a subida do óleo. Confirme com seu mecânico de confiança,mas é bom que você já vá até ele sabendo desta possibilidade. Grande abraço e continue nos acompanhando em nossa nova viagem.

Anônimo disse...

olá gostei muito das informaçoes contidas no seu blog....

RodrigoDutra disse...

Coronado parabéns pelo blog e compartilhamento das suas experiencias.
Acabo de comprar um DelRey 87 GLX para uso diario e suas matérias serão de grande valor.

CORONADO disse...

Fico contente por isso, Rodrigo.

Anônimo disse...

Oi amigo,com quantos graus vc deixou as pontas dos aneis de segmentos?Valew!

CORONADO disse...

Deixe um ângulo de 120º entre cada um deles.

Santiago Vieira disse...

Parabéns pelo blog e pelo Del Rey!
Gosto muito desse carro, meu pai já teve um GL.
Bom, tenho um Gol CHT e vou trocar as juntas do cabeçote. Você sabe informar se essas medidas que você usa no seu CHT serve para o do meu Gol. Se faz alguma diferença ser com injeção?
Áh! O meu é 1.0.

Abraço.

CORONADO disse...

Não tenho certeza, Santiago. Mas provavelmente são as mesmas

Robson disse...

Sr coronado bom dia!

Tenho um del rey glx, ano 86.
Estou com um problema de cambagem na roda do lado direito.
Fui em uma autorizada da Michilim, para fazer a troca dos pneus, e eles não sabem como fazer a cambagem das rodas o senhor pode me ajudar?
desde já muito grato por sua atenmção.
Robson Valença R J

CORONADO disse...

Olá, Robson. Provavelmente seu carro está precisando de um alinhamento técnico que consiste no alinhamento das longarinas. Meu carro passou por esse processo e vc poderá observar neste mesmo tópico.Grd abç e boa sorte.

Anônimo disse...

Sr. Coronado, conheci ontem, seu blog, justamente por procurar peças para meu Del Rey. Confesso que fiquei admirado com seus cuidados e relatos de suas viagens. Tenho um ghia 1.6 a alcool.. Quanto foi o custo pra passar para gasolina? o meu está fazendo 6 km/l na cidade.. O que o senhor acha? Parabéns pelo seu cuidado .. Cryslei

CORONADO disse...

Olá, Cryslei.
Ñ tenh os valores atualizados, mas acredito q.a conversão total fique por volta de 2,5 / 3 mil.
O consumo de seu carro ñ me parece exagerado, mas certamente com gas.vai melhorar muito.
Obrigado por consultar meu bLOG E UM GRD ABÇ.

mama disse...

boa noite. amigo.

na parte de instalação do desborbulhador, tambem pode ser instalada antes ou depois da bomba de gasolina ,uma valvula de retenção de combustivel,. esta bastante util no alivio da pressão no sistema. se bem pensado,o afogador vai ficar aposentado. ate mesmo na partida a frio.ok. abraços.

CORONADO disse...

Olá, mama. Obrigado pela dica.Se puder enviar mais detalhes sobre esta válvula, eu agradeço. Infelizmente ñ tive bons resultados com o desborbulhador. Em subidas íngremes havia falhas de alimentação, acredito q a bomba mecânica (original) ñ dá conta.

mama disse...

bom dia, amigo

para este carro na epoca dele, saia de fabrica, com o carburador já com retorno de gasolina. o desborbulhador,nada mas é de que um tirador de pressão. sendo que neste carro não é uma necessidade. sobre a valvula de retenção , . vc encontra em casas de peças automotivas para injeção de combustiveis. conversa com seu mecanico de confiança.olha tenho um corcel 1 ano 77. o carro quando aquecido o combustivel custava a pegar ou melhor , afogava. coloquei a valvula. ele sarou, ficou igual carro novo. ok. abraços.

Sávio Paixão disse...

Ótimo blog amigo, e belíssimo carro.
Eu comprei um Del Reÿ Ghia 85. ele está muito bom, mas como comprei agora já resolvi fazer manutenção primeiro na parte elétrica em seguida farei na mecânica e por fim na lataria.
Parabéns mas uma vez pelo Reÿ.

CORONADO disse...

Obrigado, Sávio.Espero que fique satisfeito com seu DR ele é um ótimo carro.

celso luiz disse...

MARAVILHOSA INICIATIVA! PARABÉNS...É DISSO QUE PRECISAMOS RESTAURARMOS NOSSA MEMÓRIA.MUITO OBRIGAADO. CELSO LUIZ DDE ALMEIDA PRADO FERNANDES

Cesar Rodrigues Campos disse...

Tenho uma PAMPA L 1.8 1993, comprei recentemente e esclareci varias duvidas que tinha para este motorzão... Parabéns Coronado! abç

CORONADO disse...

Obrigado, Cesar.A intenção do Blog é essa mesma.

Carlos disse...

Boa noite, gostaria que alguém me informasse se o sistema automático que aciona a ventoinha do gol 1.6 CHT serve no Del Rey 1.6 CHT, e se servir como faço para fazer a adaptação?
Desde já agradeço.
Carlos

CORONADO disse...

Se alguém já fez esta adaptação, faça a postagem para ajudar o Carlos.

Ricardo disse...

Coronado estou com uma duvida que esta dificil de resolver.

As bandejas inferiores e superiores do del rey tem lado esquerdo e direito? sim ou não?

CORONADO disse...

Olá, Ricardo.
As inferiores são direita/esquerda, já as superiores tem lado certo.
Veja aqui http://www.mmcofap.com.br/busca-produtos.aspx?linha=1&marca=14&modelo=152&aplicacao=296&ano=1987&produto=2&sl=2#pd

Anônimo disse...

Parabéns pelo blog e pelo del rey, comprei a uns 3 meses um ghia 86 e confesso que nao ia muito com a cara do "carrinho" mas depois de ver o conforto e o luxo dessa lenda, mudei totalmente meu conceito. Enfim, gostaria de saber quanto gastou mais ou menos de suspensão? Obrigado!

CORONADO disse...

Olá, colega. O Del Rey realmente é um carro que surpreende a gente.
Foram gastos 2,5K apenas em peças, já que a mão de obra foi toda nossa.

william silva disse...

Coronado,que te parabenizar mais uma vez por ser o exemplo de deixar um veiculo sempre em ordem principalmente o nosso querido modelo Del Rey e estou me esclarecendo e muito aqui no blog em partes que ainda não mexi no meu DR quero dizer que o circuito das lanternas traseiras que tu colocou usada no lugar das que oxidaram tem novas la na AGROMOTOR eles tem um grande estoque dessa peça e estão ate empoeiradas!Um abraço e parabéns!

CORONADO disse...

Obrigado pela dica Willian, mas tb já comprei novas. Mesmo assim vale o registro, alguém pode aproveitar.

le siqueira disse...

Bom dia, Coronado e amigos, peguei em conta uma Pampa ano 94 com motor, caixa, elétrica 100% mas a carroceria em geral... não acho pessoas dispostas a sujar as mãos e fazer ela pra mim, o pessoal na região onde moro tem sempre bastante serviço e gostam mesmo de serviço rápido então, adquiri uma frente toda da pampa e vou trocar eu mesmo, com bastante fé e coragem, só gostaria de algumas dicas de como proceder pra conseguir fazer isso... Grato.

CORONADO disse...

Olá, le.
Fé e coragem foram os ingredientes que mais usamos para manter nosso carro. Já, mão de obra externa, na maior parte das vezes deixou muito a desejar, portanto acredito que vc está no caminho certo. Não desanime.
Neste mesmo tópico e no "Restauração", vc poderá encontrar informações que podem ser úteis e os leitores deste blog que tiverem dicas importantes para ajudar o le, por favor, coloquem aqui suas postagens.

Alexandre Rosalis disse...

Boas Sr Coronado
Há algum tempo "herdei" do meu pai uma scala del rey, pelo fato que ele não possa mais dirigir carros manuais, adorei o seu blog e me incentiva a fazer o serviço de mecânica com minhas próprias mãos pois a mão de obra está os olhos da cara, mas tenho muitas dúvidas que também li nos comentários, como a borra q se forma na tampa onde se abastece o óleo, como faço para reparar esse problema e preciso urgentemente fazer a troca do cubo, rolamento dianteiro e junta homocinética (a mesma começou a estralar 60 dias após a troca), precisarei e algum equipamento específico para a colocação dos ditos rolamentos???

já agora, os parabéns pelo blog, pois é de ótima qualidade e de extrema ajuda
abraço
meu mail de contato: alexfr295@hotmail.com

Alexandre Rosalis disse...

Boas Sr Coronado
Há algum tempo "herdei" do pai uma scala del rey e lendo o tópico e os comentários também me deparei com uns problemas idênticos na "barca", como o tranco q ela dá quando se solta o pedal da embreagem e a borra que se forma na tampa de onde se põe o óleo do motor, quanto ao tranco, o mecânico falou que é normal, o que duvido muito e fico descontente por pagar mão de obra cara por um serviço que não dura muito, caso da junta homocinética que começou a estralar com apenas 60 dias após sua troca... E quando descobri o seu blog me incentivou a fazer o serviço com as próprias mãos...
os parabéns pelo blog que tem sido uma grande ajuda a manter-mos nossos queridos del rey...
abraço

Anônimo disse...

Show de bola!

CORONADO disse...

Olá, Alex. É bom saber que meu blog está sendo útil. A borra deve ser devido à mistura de água com óleo, provavelmente proveniente da queima da junta de cabeçote.Ela deve ser trocada e possivelmente o cabeçote ser aplainado. Qt à troca de cubos, homocinéticas e rolamentos, além de ferramentas básicas, uma prensa e claro, aptidão mecânica para o trabalho. Abç e feliz 2014.

Alexandre Rosalis disse...

Obrigado pelo esclarecimento, mas vou ser obrigado à manda-la ao mecânico, pois meu sogro q seria a minha ajuda está trabalhando no corte de madeira e fiquei de mãos atadas...
Mas agradeço imenso
Abç, bom natal e feliz 2014

Americano disse...

olá. Tenho um ford ka 2012/2013. Já levei ele duas vezes na concessionaria para tirar um ruído (ou grilo) do lado direito(passageiro). Eles informamque é nos cabos que passam por baixo. E neste momento o carro esta com o mesmo ruido e moro um pouco distante da loja. Como fazer para tirar este ruído?
Obrigado

Anônimo disse...

oi gostaria de tua ajuda pois não o encontrando a barra estabilizadora a traseira do del rey o sr poderia me ajudar obrigado

animado disse...

Amigo Coronado, tudo bem?

Como sempre enriquecedor seus artigos para mantermos a manutenção dos nossos Del Reys.

Gostaria de contribuir acrescentando com relação a trepidação das rodas, o que pode ocorrer com as ocorrências que você mencionou; e também não menos frequente com pneus defeituosos, que ocorre quando os mesmos são sujeitos a grandes torções ou impactos que acabam deformando os mesmos, lembrando que apesar de serem fabricados com borracha, a estrutura é feita de aramado deformável.
Outra ajuda que no seu caso espero poder ajudar é com relação ao ajuste da sua marcha lenta, que pelo que disse está difícil de ser acertada. Isso pode estar ocorrendo por uma folga no eixo da borboleta da base do carburador, o que contribui para uma "falsa entrada de ar", tornando quase que impossível à regulagem.
O meu está padecendo do mesmo problema, e o que poderia ser feito seria a troca desta base, por uma nova, se existisse para compra o que não existe.
A solução é mandar embuchar esta mesma base com a troca do eixo, e isso deve ser feito por um profissional competente.
Aqui em São Paulo, temos o Giba Carburadores que faz este serviço, com um custo por volta de R$ 90,00. Ele é muito antigo no ramo e pelo que sei é um dos melhores neste serviço, além de fabricar componentes para este fim.
Ele fica ali no Ipiranga na Rua do Manifesto, só dar uma busca no Google pelo nome que acha o endereço completo.
Espero poder ter contribuído, e como sempre vamos continuar trocando figurinhas.
Grande abraço,

Irineu

CORONADO disse...

olá, amigo. Acho improvável encontrar essa barra estabilizadora nova. Penso q.só garimpando em desmanches.
Americano, não tenho experiência na manutenção de Ford Ka, mas eventualmente algum leitor do blog que ler este post poderá lhe ajudar.abç.

CORONADO disse...

Olá, Irineu. Como sempre suas observações são muito pertinentes e logicamente os pneus e mesmo rodas, como fazem parte do conjunto móvel, poderiam estar causando as trepidações, mas em nosso caso foram os discos mesmo, que já foram substituídos e sanaram o problema. Quanto ao carburador, também acredito que um embuchamento deve resolver, mas inexplicavelmente a marcha lenta abaixou. Anotei o nome da oficina Giba que será consultada. Obrigado pelos comentários e grd abç.

Fernando lucas disse...

Bom dia!!!
Nao tenho nem palavras para descrever a alegria de encontrar mais uma pessoa que gsta desta linha tenho uma belina ghia ano 89 estou levantando ela aos poucos devido a falta de verbas. Moro em sao jose dos campos e tenho amigos q tambem gostam deste carro andamos sempre juntos vc tem facebok me add lá vamus trocar informações https://www.facebook.com/fernando.lucasdossantos este é meu face.

CORONADO disse...

Olá,Fernando. Aqui no Blog poderá encontrar boas dicas p/a restauração da sua Belina. Boa sorte e grd abç.

comprar curtidas no facebook disse...

Muito bom seu blog gostei muito !

Luiz Carlos disse...

Olá Coronado ! Estou restaurando meu Del Rey Ghia 89, porém não conseguimos encontrar as pinças de freio. Uma delas foi danificada. Tens o contato de alguma loja onde posso encontrá-las ? Já fucei o Google do avesso e não achei nada... Abraço.

CORONADO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
CORONADO disse...

Olá, Luiz carlos. Comprei todo o meu sistema de freio aqui www.freio90.com.br

Pablo Venzon disse...

Bom dia... a alguns dias eu comprei um del rey 1982 por 1000 reais, entao só imaginem o estado... eu quero refazer o m otor dele pois ele esta fraco esta queimando oleo o carburador esguixa gasolina gostaria de saber o que devo trocar pois vou comporar as péças tem como trocar só algumas coisas para sair mais barato ?

CORONADO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
CORONADO disse...

Olá, Pablo.Vedadores de válvulas e anéis de seguimento são os maiores causadores de queima de óleo excessivo e a troca de reparo do carburador poderia resolver o problema deste componente. Todos estes ítens custariam algo como R$300 e se a mão de obra for sua, seu investimento será mínimo. Porém, somente a substituição dos anéis, provocariam um aumento da compressão que poderiam sobrecarregar outros componentes já desgastados, como virabrequim, etc.
O ano/modelo de seu carro é da primeira safra, isso o torna muito interessante, especialmente para o futuro. Será que não vale a pena fazer um trabalho completo ou mesmo guardá-lo para um projeto futuro?
Abç e boa sorte.

vitão disse...

Olá Coronado!Parabéns pela sua dedicação e pelo seu trabalho correto que fez no seu Del Rey. Exemplo para muiots "mecânicos" por aí. Eu tenho uma belina 1988 e amo muito esse carro. Já gastei muito dinheiro para deixar ela perfeitamente funcionando, só que não dou sorte com os mecânicos. Por exemplo, fiz todo sistema de freio dela uns 10 meses atrás (Disco, pastilhas, óleo, flexíveis) e nesta semana fiquei sem freio. A pinça direita colou no disco aí já era. Fiz tudo de novo, 2 dia depois fiquei sem freio...vazou todo fluído (sorte não ter batido) encostei de novo e o mecânico trocou o cilinro mestre. Tô meio cbrero. O que pode ser???

CORONADO disse...

Olá, Vitão.
Não é pra ficar meio cabreiro, é pra ficar inteiro.
Tb sofremos muito com mecânicos, por isso ultimamente partimos para p/o "faça vc mesmo".
Neste mesmo tópico do blog poderá ver um roteiro completa que fizemos na revisão dos freios.
Abç.

Flúvio Vinícius disse...

Olá, tenho um DR 89 álcool, se acelerar, aumentar a velocidade dele rapidamente, p/ entrar em uma auto estrada, ele engasga, e começa a perder força, aí tem q parar esperar um pouco e ai pode sair, e sai meio ruim ainda.O que pode ser?
Obrigado.

CORONADO disse...

Olá, Flúvio.
A primeira possibilidade é carburação e a segunda, ignição (velas, cabo, distribuidor,rotor). Uma revisão de rotina certamente resolverá o problema.
Tb desconfie da qualidade do combustível.

"Os barcos estão seguros se permanecem no porto, mas não foram feitos para isto"(Fernando Pessoa).